Lembra dos "Búfalos"? Dois deles foram presos em Curitiba e, ao que parece, tinham conexão com o assassino de Realengo.
Entre outras irresponsabilidades, eles pregavam a pedofilia e o extermínio de qualquer coisa que fosse diferente deles, seja fisicamente, seja ideologicamente. O plano deles era de fazer o maior número possível de vítimas em uma universidade em Brasília. Depois de 70 mil denúncias, a Polícia Federal tinha mesmo que fazer alguma coisa...
Mas eu desconfio que a PF pegou dois peixes miúdos, enquanto os graúdos continuam nadando livremente.
Todavia, melhor levar esses "búfalos" pro abate para que sirvam de exemplo.
Aos que denunciaram, minhas congratulações. Mas nem tudo é virtual, é preciso um pouco de ação física, em especial da parte dos mais "aptos" à função.
sexta-feira, 23 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
ATENTADO À NAÇÃO! - Índios estão vendendo direitos sobre terras na Amazônia para estrangeiros!
Por US$ 120 milhões, índios da etnia mundurucu venderam a uma empresa estrangeira direitos sobre uma área com 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo em plena floresta amazônica, no município de Jacareacanga (PA). O negócio garante à empresa "benefícios" sobre a biodiversidade, além de acesso irrestrito ao território indígena.
No contrato, ao qual o Grupo Estado teve acesso, os índios se comprometem a não plantar ou extrair madeira das terras nos 30 anos de duração do acordo. Qualquer intervenção no território depende de aval prévio da Celestial Green Ventures, empresa irlandesa que se apresenta como líder no mercado mundial de créditos de carbono.
Sem regras claras, esse mercado compensa emissões de gases de efeito estufa por grandes empresas poluidoras, sobretudo na Europa, além de negociar as cotações desses créditos. Na Amazônia, vem provocando assédio a comunidades indígenas e a proliferação de contratos nebulosos semelhantes ao fechado com os mundurucus. A Fundação Nacional do Índio (Funai) registra mais de 30 contratos nas mesmas bases.
Só a Celestial Green afirmou ter fechado outros 16 projetos no Brasil, que somam 200 mil quilômetros quadrados. Isso é mais de duas vezes a área de Portugal ou quase o tamanho do Estado de São Paulo. A terra dos mundurucus representa pouco mais de 10% do total contratado pela empresa.
"Os índios assinam contratos muitas vezes sem saber o que estão assinando. Ficam sem poder cortar uma árvore e acabam abrindo caminho para a biopirataria", disse Márcio Meira. "Temos de evitar que oportunidades para avançarmos na valorização da biodiversidade disfarcem ações de biopirataria", reagiu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
O principal executivo da Celestial Green, Ciaran Kelly, afirma que todos os contratos da empresa com comunidades indígenas passam por um "rigoroso processo de consentimento livre, prévio e informado", segundo normas internacionais.
As informações são do Yahoo!
É pra isso que as ONGs querem a demarcação das reservas indígenas! É por isso que eles se "preocupam tanto" com os índios!
Porque os índios, inocentes e ingênuos que são, acreditam no que diz o homem branco, e os estrangeiros, cientes de que não podem mais enganar o governo nem o povo, lutam para que as terras sejam apenas dos índios, para assim, tomá-las deles mais fácil! O que há de ONGs que defendem a natureza e de missionários não é brincadeira!
Veja isso: QUASE UM ESTADO DE SÃO PAULO NAS MÃOS DOS ESTRANGEIROS!!!
QUE É ISSO!!!
CADÊ O EXÉRCITO?!? CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO?!? CADÊ OS RESPONSÁVEIS POR ESSE ASSALTO, ESSE ATENTADO À NAÇÃO?!?
Aos que lerem meu blog, dou um Chamado à Ação: Jacareacanga, Pará. Terra sem lei. Vamos botar ordem naquele lugar.
Ou vocês querem ver o maior tesouro do Brasil sendo levado pelos piratas estrangeiros?
Está nas vossas mãos.
No contrato, ao qual o Grupo Estado teve acesso, os índios se comprometem a não plantar ou extrair madeira das terras nos 30 anos de duração do acordo. Qualquer intervenção no território depende de aval prévio da Celestial Green Ventures, empresa irlandesa que se apresenta como líder no mercado mundial de créditos de carbono.
Sem regras claras, esse mercado compensa emissões de gases de efeito estufa por grandes empresas poluidoras, sobretudo na Europa, além de negociar as cotações desses créditos. Na Amazônia, vem provocando assédio a comunidades indígenas e a proliferação de contratos nebulosos semelhantes ao fechado com os mundurucus. A Fundação Nacional do Índio (Funai) registra mais de 30 contratos nas mesmas bases.
Só a Celestial Green afirmou ter fechado outros 16 projetos no Brasil, que somam 200 mil quilômetros quadrados. Isso é mais de duas vezes a área de Portugal ou quase o tamanho do Estado de São Paulo. A terra dos mundurucus representa pouco mais de 10% do total contratado pela empresa.
"Os índios assinam contratos muitas vezes sem saber o que estão assinando. Ficam sem poder cortar uma árvore e acabam abrindo caminho para a biopirataria", disse Márcio Meira. "Temos de evitar que oportunidades para avançarmos na valorização da biodiversidade disfarcem ações de biopirataria", reagiu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
O principal executivo da Celestial Green, Ciaran Kelly, afirma que todos os contratos da empresa com comunidades indígenas passam por um "rigoroso processo de consentimento livre, prévio e informado", segundo normas internacionais.
As informações são do Yahoo!
É pra isso que as ONGs querem a demarcação das reservas indígenas! É por isso que eles se "preocupam tanto" com os índios!
Porque os índios, inocentes e ingênuos que são, acreditam no que diz o homem branco, e os estrangeiros, cientes de que não podem mais enganar o governo nem o povo, lutam para que as terras sejam apenas dos índios, para assim, tomá-las deles mais fácil! O que há de ONGs que defendem a natureza e de missionários não é brincadeira!
Veja isso: QUASE UM ESTADO DE SÃO PAULO NAS MÃOS DOS ESTRANGEIROS!!!
QUE É ISSO!!!
CADÊ O EXÉRCITO?!? CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO?!? CADÊ OS RESPONSÁVEIS POR ESSE ASSALTO, ESSE ATENTADO À NAÇÃO?!?
Aos que lerem meu blog, dou um Chamado à Ação: Jacareacanga, Pará. Terra sem lei. Vamos botar ordem naquele lugar.
Ou vocês querem ver o maior tesouro do Brasil sendo levado pelos piratas estrangeiros?
Está nas vossas mãos.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Com apenas R$ 20 mi anuais, professores Pardais criam Exército do futuro
Centro Tecnológico cria radar que será usado nas Olimpíadas, novo blindado para a PM do Rio, carro 4x4 aerotransportável e monóculo de visão térmica
O radar Saber será usado nas Olimpíadas de 2016 e na Copa do Mundo
Foto: Leonardo Ramos
Foto: Leonardo Ramos
Oficial opera o radar, a partir de sua tela de computador e avisa unidades de defesa antiaérea sobre eventual ameaça
Foto: Leonardo Ramos Ampliar
A “menina dos olhos” do coronel Roberto Castelo, assessor da subchefia do CTEx, é o radar móvel Saber M60, que tem o objetivo de integrar sistema de defesa antiaérea de baixa altura e proteger pontos sensíveis – como indústrias, usinas e instalações governamentais –, no raio de 60km e altura até 5km. Montável em 15 minutos e pesando 200kg, identifica aviões e helicópteros.
O aparelho é ligado a um centro de comando e controle instalado em furgão também feito pelo CTEx, e conectado ao sistema de defesa antiaérea do Exército. Quando a ameaça é identificada, a unidade antiaérea mais adequada para fazer a proteção recebe o alerta. Basta um clique de mouse para revelar a posição do avião, altura, distância e o ângulo em relação ao centro de operações antiaéreas, e disparar.
Blindado projetado pelo CTEx, a pedido do governo do Rio, pode ser usado pelo Bope
Foto: Leonardo Ramos Ampliar
Caveirão mais robusto e ágil
O CTEx também criou o protótipo da nova geração de blindados que pode passar a ser usado pelo Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e por outras unidades da Polícia Militar do Rio, em substituição aos atuais Caveirões. Menor, mais robusto e ágil, o Vespa 02 (Viatura Especial de Patrulhamento) foi financiado pela Faperj, a pedido do governo do Rio e seguindo especificações da PM e já passou por testes na Restinga da Marambaia.
Destinado a operações em favelas, é robusto, tem blindagem para fuzis, seteiras (buracos para pôr o cano das armas e disparar), proteção do cofre do motor e capacidade para oito homens, além do motorista e um passageiro no frente. O novo modelo introduziu a pestana (capa de aço no parabrisa), com acionamento interno e aumentou a parte interna, agora com capacidade para transportar oito policiais. É mais alto que os anteriores, pesa 7,2 toneladas e atinge 100 km/h. Como “luxos”, tem ar-condicionado, sirene e tração nas quatro rodas, para facilitar a circulação em aclives e declives e garante a aderência, evitando derrapagem.
Atirador visto com visão térmica
Foto: Divulgação
O primeiro Vespa foi apresentado em 2007 e ficou mais conhecido como “Caveirinha”. Era menor e voltado para o patrulhamento de vias especiais, não para incursões em favelas. Quebrou durante o uso pela PM nos 60 dias em que ficou com a corporação. Segundo o Exército, o problema foi causado pelo uso inadequado do carro. O motorista teria tentado passar, em alta velocidade, por cima de uma mureta que divide as pistas da Avenida Brasil. “Nenhum carro é indestrutível”, disse o major Aguiar, que atuou nos dois projetos, com mais três engenheiros.
Gaúcho, off-road 4x4 parceria entre Brasil e Argentina, é 100% mobilidade e 0% blindagem
Foto: Leonardo Ramos Ampliar
Outro veículo, com propósitos completamente diversos é outro lançamento do CTEx, o “Gaúcho”, parceria binacional com o Exército da Argentina – para otimizar recursos e aumentar a escala de produção –, feito só com componentes do Mercosul. Uma espécie de jipe aberto, com tração e suspensão independente nas quatro rodas, o veículo trafega em qualquer terreno e servirá para ações de reconhecimento. Parece com jipes dos Comandos em Ação, brinquedos que fizeram sucesso nos anos 80 e 90.
“O Gaúcho é 100% mobilidade e 0% blindagem. Além disso, é praticamente uma viatura descartável, que pode ser deixada no terreno”, explicou o major Santoro, gerente do projeto.
O carro foi desenhado para poder ser empilhado sobre outro, permitindo o transporte de até cinco unidades em aviões Hércules, e lançamento ao solo com paraquedas. O veículo, que porta uma metralhadora MAG 7.62mm e duas armas leves anticarro. O protótipo custou R$ 270 mil, mas esse valor deve baixar cerca de 30% com a escala de produção. O Brasil vai adquirir apenas cerca de cem a 200 unidades, para a Brigada de Infantaria Paraquedista.
O míssil anticarro criado pelo CTEx é guiável por laser e tem alcance de até 3 km
Foto: Leonardo Ramos Ampliar
Outra inovação do centro é o míssil superfície-superfície anticarro de combate (comumente chamado de tanque de guerra) guiável por feixe laser, com alcance de 3 km. O operador pode corrigir a mira do míssil após o disparo, mudando a posição do lançador e apontando-o ao alvo que tenha se deslocado (um carro de combate, por exemplo). “É uma arma sofisticada, de alto valor tático”, disse o coronel Castelo. A arma pode ser carregada por um homem – pesa 8kg, sem o míssil, e 23kg, com – e, por ser pequena, se camufla no terreno, funcionando com tripé.
Com propósito semelhante, o CTEx desenvolveu também a Arma Leve Anticarro (Alac), de ombro. Conhecida como bazuca, tem alcance útil de até 500 metros e dispara munição de 84mm, que perfura blindagens de até 30cm e detona munição a temperatura de até 1000ºC. É uma arma descartável e de baixo custo, equivalente à sueca AT-4 ou à argentina M-57.
Predador
Lembra-se do filme “O Predador”, em que a besta protagonista via os soldados independentemente da camuflagem e do escuro? O CTEx desenvolveu equipamentos de visão térmica, como o usado no reparo (suporte) de metralhadora (.50” ou 7.62mm) automatizado para viaturas blindadas sobre rodas ou lagartas.
Mais que equipamento de visão noturna, a câmera com imagem termal é mais avançado que o de visão noturna, porque é capaz de mostrar imagens sem nenhuma luminosidade, enquanto a outra funciona intensificando luz residual. Além disso, consegue identificar alguém escondido atrás de folhagem mesmo durante o dia, por exemplo.
Outro equipamento é o monóculo Olhar VDN-X1, para observação diurna ou noturna, mesmo em condições de neblina ou cobertura de fumaça. Pode ser acoplado em capacetes, metralhadoras e fuzis.
Para quem pergunta por que o Brasil precisa investir em tecnologia se pode comprar material já pronto e mais barato, o coronel Castelo já tem uma resposta pronta.
Para o coronel Castelo, do CTEx, país com aspiração internacional precisa investir em tecnologia de Defesa
Foto: Leonardo Ramos Ampliar
“Todo país que aspira a uma posição de destaque precisa ter o domínio sobre tecnologia de defesa. Não é preciso ter tudo, mas sim deter o conhecimento para produzir, se necessário. Pode ter origem importada, mas precisa ter indústria de defesa e competência para fazer, atualizar e acompanhar a última tecnologia. Defesa não é barato”, disse.
Castelo citou como exemplo a proibição, pelos EUA, da venda de aviões Tucano pelo Brasil para a Venezuela porque tinham componentes norte-americanos.
A indústria de Defesa do Brasil já teve uma posição internacional relevante. Para Castelo, a queda se deveu muito mais ao fim da Guerra Fria do que à redemocratização dom País. “Houve muito material excedente dos dois blocos e saturou o mercado com produtos usados muito baratos. A indústria que não tinha mercado interno se enfraqueceu."
Minha opinião
A indústria de Defesa no Brasil está ressucitando dos mortos, e esse é um bom sinal. O Brasil já mostrou, em várias situações, que pode fazer o que os estrangeiros fazem, e às vezes, até melhor e mais barato que eles. Basta ter investimento. Basta ter vontade. E, acima de tudo, basta ter amor à Pátria e desejo de vê-la em um papel de protagonista em um mundo cada vez mais conturbado. Nada de "vira-latismo".
Afinal, temos a Amazônia e o Pré-Sal para defender. Que venham cada vez mais "Professores Pardais" e seus projetos sejam levados adiante, seja no meio militar, seja no meio civil (Gostei do jipe Gaúcho, acho que encara uma trilha legal e tem tudo pra ser o Hummer brazuca)
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Justiça? Que justiça?
Executado homem que passou 30 anos no corredor da morte
Um sexagenário foi executado na Flórida por estupro e assassinato de uma jovem, depois de passar mais de 30 anos no corredor da morte.
A morte de Robert Waterhouse, executado por injeção letal, aconteceu às 20H22 local, informou um porta-voz do sistema penitenciário.Todos os recursos apresentados pelo preso foram negados. A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou sua última apelação na noite de quarta-feira.
Waterhouse afirmou que era inocente até o final.
"Estão prestes a assistir a execução de um homem inocente e condenado por erro", afirmou um pouco antes da execução.
"O Estado não respeitou sua própria lei ao destruir os testes de DNA para que não pudessem provar minha inocência", acresentou, de acordo com o porta-voz.
Robert Waterhouse, de 65 anos, foi condenado à pena capital pelo estupro e assassinato de Deborah Kammerer, uma jovem de 29 anos que conheceu num bar.
Waterhouse é o quarto detido executado este ano nos Estados Unidos. Os outros três foram executados em Oklahoma (oeste), Texas (sul) e Mississippi (sul).
(Fonte: Yahoo!)
O cara passa 30 anos preso, pra depois ser executado. E ainda por cima, alegando inocência até o fim.
Destruíram as provas de DNA, segundo o advogado, para não poder provar a inocência do cara.
E tem gente que acha isso justo. Se fosse na China ou no Irã, todo mundo estaria condenando a "brutalidade" e a "crueldade" agora. Mas é nos EUA, né... Ninguém solta um pio.
Por que esperaram tanto tempo pra matá-lo? Por que negaram todos os recursos? Por que destruíram as provas de DNA? Será que esse cara sabia demais? Ou ele foi confundido com um cara que sabia demais? Essas respostas nunca virão à tona, não enquanto esse sistema político permanecer no poder.
Robert Waterhouse não foi o primeiro inocente a ser morto pelo Sistema americano, e infelizmante, não será o último.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A única Solução para o Brasil...
Vídeo editado pela usuária Anne123x.
Errinhos de ortografia à parte, o que importa é que a mensagem seja passada.
Eu disse que me interessava pelo Nacional-Socialismo, tanto que eu tenho um blog proto-NS, o Outro Lado (Link superior à direita).
Todavia, como o Brasil é um país multiétnico, o Nacional-Socialismo terá que ser repaginado para se poder estar de acordo com a realidade brasileira, que não possui uma tradição milenar como a dos europeus e, ao contrário da Alemanha, possui um povo heterogêneo, constituído de quatro etnias primárias e suas respectivas miscigenações entre seus 190 milhões de habitantes.
Não será uma revolução brusca, pois tudo que é feito bruscamente quebra. Mas será uma revolução gradual, que pretende fazer com a política e a economia do Brasil o mesmo que o Nacional-Socialismo fez na Alemanha.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Como aproveitar a multitude de raças em um país multiétnico?
Um país multirracial, como o Brasil, é citado pelos racistas como "a escória do mundo", porque há políticas para negros e para índios, não há uma cultura secular própria, mas absorve culturas de vários povos, e o poder (Que antes era apenas dos brancos) diluiu-se entre as etnias. E, com a imigração japonesa, tendo a maior colônia fora do Japão, o Brasil, além de ser um país de indígenas, brancos e negros, também é um país de asiáticos. Fora as diversas miscigenações: os cafusos, mulatos, mamelucos e nikkeis (Não sei até agora de cruzamentos entre asiáticos e negros ou asiáticos e índios), e o Nordeste acabou criando, à moda das raças de gatos artificiais, uma etnia à parte, resultado da mistura de brancos, negros e índios: A "raça" nordestina, conhecida por sua cabeça levemente achatada, sua resistência a ambientes severos (Leia-se seca) e pela aversão obtida pelos skinheads se São Paulo, como se fossem estrangeiros em um país tão colossal quanto o Brasil. Só o Brasil possui Nordestinos, raça braba e resistente, de cultura simples e mui religiosa, que aguenta o rigor de um sol quente feito os negros da África, conhece a fauna e a flora como os índios da Amazônia e quando é privado de seus direitos, entra à luta com a ira dos Europeus (Muitos nordestinos, em especial os pernambucanos, são descendentes de holandeses).
Mas não vim aqui falar de nordestinos, e sim, da diferença entre racialismo (Aceitação da existência das raças humanas) e racismo (Aversão a pessoas de certa raça). Há muita hipocrisia no Brasil, que institui que só há uma raça no mundo, a raça Humana, mas os negros, quando honram sua cultura, usam a palavra "raça" para se definirem (Oras, a revista "Raça Brasil" é uma revista direcionada aos negros!). Há até um grupo de pagode-mauricinho que se chamava "Raça Negra"! Se há a "raça negra", por que não haveria a "raça branca", a "raça indígena", a "raça asiática" ou mesmo a "raça nordestina"? Em público, é proibido separar os humanos em raças, como os indianos faziam com as castas, mas informalmente, tanto na Índia quanto no resto do mundo, lá estão as castas, lá estão as raças.
Digam-me, caros leitores, você considera um cavalo Árabe melhor do que um Mangalarga? Você acha que o cavalo Bretão é, de alguma forma, superior ao Appaloosa? Impossível, até porque cada raça de cavalo tem sua função específica, e se destaca mais em algum posto do que os outros.
Da mesma forma os gatos. Um Persa seria superior a um Manx? Ou um Angorá seria melhor do que um Siamês? cada raça felina possui sua particularidade, seu destaque.
E, tão sutis quanto são as raças de cavalos e de gatos, são as raças humanas. Mas reconhecer a existência de raças não significa que o Branco seja superior ao Negro, ou vice-versa. cada raça humana possui seu destaque: Os Negros se desenvolvem mais rápido que os Brancos, possuem maior força explosiva e resistência ao desgaste (Por isso são melhores em corridas, tanto nos 100 metros rasos quanto na maratona). Já os Asiáticos possuem maior capacidade de concentração, por isso são virtuosos em tarefas mentais e psíquicas (Mesmo as artes marciais, que exijam concentração), daí os estereótipos do "japa inteligente" e do "negão fortão". Os brancos, por sua vez, encontram-se no meio entre o negro e o asiático. Os andinos da América do Sul e os sherpas do Nepal possuem mais glóbulos vermelhos no sangue que qualquer outra etnia, isso permite a eles desempenhar atividades com menos oxigênio, ou seja, grandes alturas não os incomodam.
(Ou você acha que por que os bolivianos só ganham dos brasileiros no futebol se estiverem jogando em casa? O estádio de La Paz fica a cerca de 4000 metros de altitude!)
Cada etnia possui sua diferença, sua qualidade, e o Brasil é um dos países com maior número de etnias no mundo. isso porque, além das etnias brancas, negras, indígenas e orientais (E da etnia Nordestina), vêm bolivianos trabalhar em confecções e indianos em empresas de informática, mas não são substancialmente numerosos para contar como etnias representativas. É o país mais aberto a imigrantes em todo o mundo, o que contribui para adicionar mais ingredientes neste caldeirão multirracial.
Mas a miscigenação descontrolada pode acabar com a diversidade racial no Brasil, formando alguma coisa que ainda não foi cogitada. Seria essa coisa futura, a "Raça Brasileira" de Plínio Salgado, fundador do Integralismo? Eu gostaria de continuar vendo brancos, negros, indígenas e asiáticos, mantendo sua descendência, seu pedigree. Todo mundo igual seria algo trágico. Todos gostam do diferente, mesmo que à distância.
O reconhecimento racial pode evitar que as raças se dissolvam em um caldeirão único, formando uma raça acomodada, sem destaque, escrava de si mesma (Se não dos outros). As raças podem coexistir, e seus destaques raciais podem contribuir para alavancar o Brasil e mostrar aos racistas de merda que o multiculturalismo, quando bem administrado, pode dar certo.
"E no que cada raça pode contribuir para o Brasil se tornar um país avançado?" Isso, caros leitores, é o que eu estou estudando, e conforme vou aprendendo, vou colocando aqui neste blog. Os EUA poderiam se tornar um país verdadeiramente líder, inconteste, exemplo para todo o mundo, porém, não soube respeitar as diversidades raciais que construíram o país. Não respeitaram os índios, que eram donos das terras, não respeitaram os negros, que trouxeram como escravos, nem os imigrantes que vieram em substituição aos escravos. E continuam não respeitando.
O Brasil também não foi um exemplo de civilidade para com os não-brancos. Mas, ao contrário dos segregacionistas americanos, os brasileiros se misturaram mais, em especial com os negros, e isso tornou o brasileiro mais sociável (Sociabilidade fácil é outra característica inerente dos negros), e o Brasil é assim hoje porque permitiu alguma mistura no começo. Tanto que, os pardos e negros do Brasil possuem de 60% a 80% de sangue europeu.
O Brasil está em uma estrada larga, e caminhando a passos largos rumo ao desenvolvimento. Só precisa aproveitar ainda mais o potencial étnico, separando alunos desde o ensino básico. Não por raça, mas por aptidão. Todavia, os céticos verão que, a depender de cada caractrística pedida, uma etnia em particular vai se destacar, fora algumas exceções. E o Brasil possui todas as etnias do mundo, se for ver bem.
É a faca, o queijo e o pãozinho na mão.
Mas não vim aqui falar de nordestinos, e sim, da diferença entre racialismo (Aceitação da existência das raças humanas) e racismo (Aversão a pessoas de certa raça). Há muita hipocrisia no Brasil, que institui que só há uma raça no mundo, a raça Humana, mas os negros, quando honram sua cultura, usam a palavra "raça" para se definirem (Oras, a revista "Raça Brasil" é uma revista direcionada aos negros!). Há até um grupo de pagode-mauricinho que se chamava "Raça Negra"! Se há a "raça negra", por que não haveria a "raça branca", a "raça indígena", a "raça asiática" ou mesmo a "raça nordestina"? Em público, é proibido separar os humanos em raças, como os indianos faziam com as castas, mas informalmente, tanto na Índia quanto no resto do mundo, lá estão as castas, lá estão as raças.
Digam-me, caros leitores, você considera um cavalo Árabe melhor do que um Mangalarga? Você acha que o cavalo Bretão é, de alguma forma, superior ao Appaloosa? Impossível, até porque cada raça de cavalo tem sua função específica, e se destaca mais em algum posto do que os outros.
Da mesma forma os gatos. Um Persa seria superior a um Manx? Ou um Angorá seria melhor do que um Siamês? cada raça felina possui sua particularidade, seu destaque.
E, tão sutis quanto são as raças de cavalos e de gatos, são as raças humanas. Mas reconhecer a existência de raças não significa que o Branco seja superior ao Negro, ou vice-versa. cada raça humana possui seu destaque: Os Negros se desenvolvem mais rápido que os Brancos, possuem maior força explosiva e resistência ao desgaste (Por isso são melhores em corridas, tanto nos 100 metros rasos quanto na maratona). Já os Asiáticos possuem maior capacidade de concentração, por isso são virtuosos em tarefas mentais e psíquicas (Mesmo as artes marciais, que exijam concentração), daí os estereótipos do "japa inteligente" e do "negão fortão". Os brancos, por sua vez, encontram-se no meio entre o negro e o asiático. Os andinos da América do Sul e os sherpas do Nepal possuem mais glóbulos vermelhos no sangue que qualquer outra etnia, isso permite a eles desempenhar atividades com menos oxigênio, ou seja, grandes alturas não os incomodam.
(Ou você acha que por que os bolivianos só ganham dos brasileiros no futebol se estiverem jogando em casa? O estádio de La Paz fica a cerca de 4000 metros de altitude!)
Cada etnia possui sua diferença, sua qualidade, e o Brasil é um dos países com maior número de etnias no mundo. isso porque, além das etnias brancas, negras, indígenas e orientais (E da etnia Nordestina), vêm bolivianos trabalhar em confecções e indianos em empresas de informática, mas não são substancialmente numerosos para contar como etnias representativas. É o país mais aberto a imigrantes em todo o mundo, o que contribui para adicionar mais ingredientes neste caldeirão multirracial.
Mas a miscigenação descontrolada pode acabar com a diversidade racial no Brasil, formando alguma coisa que ainda não foi cogitada. Seria essa coisa futura, a "Raça Brasileira" de Plínio Salgado, fundador do Integralismo? Eu gostaria de continuar vendo brancos, negros, indígenas e asiáticos, mantendo sua descendência, seu pedigree. Todo mundo igual seria algo trágico. Todos gostam do diferente, mesmo que à distância.
O reconhecimento racial pode evitar que as raças se dissolvam em um caldeirão único, formando uma raça acomodada, sem destaque, escrava de si mesma (Se não dos outros). As raças podem coexistir, e seus destaques raciais podem contribuir para alavancar o Brasil e mostrar aos racistas de merda que o multiculturalismo, quando bem administrado, pode dar certo.
"E no que cada raça pode contribuir para o Brasil se tornar um país avançado?" Isso, caros leitores, é o que eu estou estudando, e conforme vou aprendendo, vou colocando aqui neste blog. Os EUA poderiam se tornar um país verdadeiramente líder, inconteste, exemplo para todo o mundo, porém, não soube respeitar as diversidades raciais que construíram o país. Não respeitaram os índios, que eram donos das terras, não respeitaram os negros, que trouxeram como escravos, nem os imigrantes que vieram em substituição aos escravos. E continuam não respeitando.
O Brasil também não foi um exemplo de civilidade para com os não-brancos. Mas, ao contrário dos segregacionistas americanos, os brasileiros se misturaram mais, em especial com os negros, e isso tornou o brasileiro mais sociável (Sociabilidade fácil é outra característica inerente dos negros), e o Brasil é assim hoje porque permitiu alguma mistura no começo. Tanto que, os pardos e negros do Brasil possuem de 60% a 80% de sangue europeu.
O Brasil está em uma estrada larga, e caminhando a passos largos rumo ao desenvolvimento. Só precisa aproveitar ainda mais o potencial étnico, separando alunos desde o ensino básico. Não por raça, mas por aptidão. Todavia, os céticos verão que, a depender de cada caractrística pedida, uma etnia em particular vai se destacar, fora algumas exceções. E o Brasil possui todas as etnias do mundo, se for ver bem.
É a faca, o queijo e o pãozinho na mão.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Juntando-se a Bahia, PM's de RJ e ES podem entrar em greve até Segunda-Feira (13/02).
Li tal notícia de um contato que mantenho em um dos diversos fóruns que eu bisbilhoto:
Conversei com um Bombeiro da ativa com contatos no BOPE no Rio e parece que a previsão é que paralisem por completo os PM's, e a tendencia é os outros estados aderirem. Os estados com menor tendencia a isso são SP e RS, de resto poucos estão salvos, durante os dias de greve é aconselhável que se fique em casa e evite lugares perigosos e/ou abandonados.
É, a coisa tá feia.
E as elites fazendo campanha pelo desarmamento.
Já pensou? Você entrega seu revólver e suas balas para serem passadas num rolo compressor. Aí, chega um dia, você percebe que estão assaltando tua casa. Sem armas, qual é a tua reação? Ligar pra polícia, claro! Aí...
--Polícia Militar, posso te ajudar?
--Por favor, tem um bandido assaltando minha casa, ela fica na rua--
--Sinto muito, mas estamos em greve.
--COMÉ QUIÉ?!? (Insira palavrões aqui)
Nisso, o bandido vai ver a origem dos palavrões, e te acha com telefone na mão.
"Tava ligando pra polícia", ele vai pensar, obviamente.
BANG!
São Pedro te aguarda.
Conversei com um Bombeiro da ativa com contatos no BOPE no Rio e parece que a previsão é que paralisem por completo os PM's, e a tendencia é os outros estados aderirem. Os estados com menor tendencia a isso são SP e RS, de resto poucos estão salvos, durante os dias de greve é aconselhável que se fique em casa e evite lugares perigosos e/ou abandonados.
É, a coisa tá feia.
E as elites fazendo campanha pelo desarmamento.
Já pensou? Você entrega seu revólver e suas balas para serem passadas num rolo compressor. Aí, chega um dia, você percebe que estão assaltando tua casa. Sem armas, qual é a tua reação? Ligar pra polícia, claro! Aí...
--Polícia Militar, posso te ajudar?
--Por favor, tem um bandido assaltando minha casa, ela fica na rua--
--Sinto muito, mas estamos em greve.
--COMÉ QUIÉ?!? (Insira palavrões aqui)
Nisso, o bandido vai ver a origem dos palavrões, e te acha com telefone na mão.
"Tava ligando pra polícia", ele vai pensar, obviamente.
BANG!
São Pedro te aguarda.
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