Os Estados Unidos da América são uma nação que respira combate. Basta ver algumas de suas doutrinas que são inerentes ao país ou surgiram nele que, apesar do caráter quase estritamente civil, possuem conceitos militares que, em caso de guerra, podem permitir a seus praticantes integrar um exército com algum nível de especialidade.
Isso não é novidade. Desde a idade em que se pode segurar algo na mão, as crianças já são impelidas a lutar, umas contra as outras, e os "jogos de combate" seguem os americanos por toda a vida. O modo de vida Americano é um modo de vida destinado a, qualquer dia, enfrentar, combater, resistir. Um modo de vida destinado à Guerra.
--Survivalismo
O Survivalismo é a doutrina que ensina a sobreviver ao "pior cenário possível", seja ele uma guerra civil, uma invasão por parte de um país inimigo, ou mesmo uma hecatombe ou um apocalipse "zumbi". Fazem parte dessa doutrina coisas como construção de abrigos subterrâneos, estocagem de víveres alimentícios e água, armamento, primeiros socorros, proteção QBN e correlatos. Para facilitar a vida do survivalista, muitas empresas se especializaram em materiais e serviços destinados ao survivalismo: Construção de abrigos, alimentação desidratada (Basta adicionar água), geração de energia, móveis modulares, comunicações alternativas, guias de toda sorte, etc... Para os que não puderam fazer seu abrigo, empresas compraram antigos abrigos nucleares dos EUA e, mediante uma taxa módica, permitem que você se aloje e sobreviva em um lugar à prova de bombas.
--Escotismo
O escotismo é o Survivalismo "outdoor", ou seja, você aprende a sobreviver fora de um abrigo. Ensina como fazer fogo, identificar rastros de animais, diferenciar frutas saudáveis de venenosas, sinais de fumaça, códigos de hierarquia, camuflagem... E até mesmo gerenciamento de recursos (Quem, nos EUA, nunca viu as "girlscouts" vendendo biscoitos?). A idade tenra com a qual se ingressa no escotismo contribui para arraigar as ideias aprendidas na cabeça e carregá-las meio que instintivamente por toda a vida.
--Armas e "jogos de guerra"
Nenhum país no mundo é tão liberal com as armas quanto os EUA. Desde a política da Legítima Defesa, pela qual você se isenta de culpa se matar um ladrão que invadiu tua casa, passando pelos clubes de tiro, nos quais as crianças aprendem a atirar com armas calibre .22, e fuzis AR-15 e AK-47 são tão comuns quanto arcos e flechas, até os jogos de confrontamento (NERF, Airsoft, Paintball, Fast Draw e Laser Tag) em seus mais variados níveis. Já existe até o Simunition, que usa balas de tinta disparadas de armas de verdade! Compram-se espingardas no Wal-Mart como se fosse um guarda-sol ou uma cadeira de praia! Enquanto no Brasil, alguns lobistas lutam pelo desarmamento da população (de bem), nos EUA é rara uma casa que não tem uma arma de fogo.
--Caça
Os americanos gostam de caçar, e muitos comem aquilo que caçam. Também é uma estratégia de guerra: Em caso de falta de víveres, o parque mais próximo afastado da cidade tem patos, veados, bisões, alces, todos ao alcance de sua arma. Os caçadores também aprendem técnicas de camuflagem, que os impede de serem vistos pelos animais... E pelos inimigos.
--Memorabília
Se tem um cidadão que adora ver e, se possível, pilotar aeronaves e outros veículos de combate, mesmo que de outros países, esse alguém é o americano. Como esse povo se orgulha de suas guerras, mesmo as mais vergonhosas! E como esse país possui esquadrilhas acrobáticas, inclusive a jato!
--Hobbies
Construção de fuzis? Você encontra. Construção e manutenção de tanques em escala? Tem até fórum pra isso. Aviação experimental a jato (Com caças antigos ou modelos específicos para civis)? Com certeza. Entusiastas da militaria? Chegam até a fazer exercícios com o próprio Exército Americano. Projetos malucos? Nunca é maluco o bastante que não encontre entusiastas e/ou financiadores.
--Futebol Americano
O próprio Futebol Americano é um exercício de guerra estratégica, no qual deve-se ocupar o território inimigo e fazer o maior número de pontos.
--Necessidade de um Inimigo
Isso tudo só funciona porque os "cabeças" dos EUA sentem necessidade de um inimigo para combater. Começou com a Inglaterra, por sua independência; depois, a Guerra da Secessão, Norte x Sul; já no Século XX, participou das duas Grandes Guerras, cuja Segunda é lembrada por eles constantemente todo santo dia; Aí, com a Alemanha rendida, surge o novo inimigo, a Ameaça Comunista representada por Cuba, União Soviética, China e seus chegados.
A Guerra do Vietnã foi a primeira derrota oficial dos EUA, e ainda assim por pressão popular. Antes dela, a Guerra da Coreia, que dividiu o país nas duas Coreias que vemos hoje; a Guerra do Afeganistão, na qual nasceram o Taliban e alimentou-se um certo Osama Bin Laden; A Guerra Irã-Contras, em resposta à queda do Xá e a ascenção do Aiatolá ao poder: À altura, o Iraque era aliado dos EUA; depois dela, nada muito importante, até que Saddam Hussein invade o Kuwait, logo após o fim da Guerra Fria.
O Iraque agora era inimigo. Depois, o facho estava sossegado até 11 de Setembro de 2001. E Osama Bin Laden, de aliado, também virou inimigo. O novo inimigo atendia pelo nome de Al Qaeda, e não tinha base fixa, podia tanto estar nas montanhas do Afeganistão quanto na Tríplice Fronteira Brasil/Paraguai/Argentina (Sim, foi a razão para justificar bases americanas no Paraguai!), e o mundo virou um Estado de Sítio. Qualquer um que se atrevesse a contestar os EUA poderia ter o mesmo destino do Iraque, que foi novamente invadido, desta vez, sem ter feito nada, e seu líder foi capturado e executado de forma obscura.
Com a Rússia se recuperando do fim da URSS, os EUA eram superpotência única, e tanto a Europa (Via OTAN) quanto o Japão estavam em suas coleiras (Bom, ainda estão).
Mas, passaram-se os anos, e a Rússia começou a crescer de novo, graças às artimanhas de Putin. Nisso, o Brasil também começou a crescer mais do que desejavam os cabeças do Pentágono, mas nada superou a reviravolta da China.
Com um novo inimigo estabelecido, "matou-se" Osama Bin Laden (Segundo alguns, estava morto desde o fim de 2001 devido a problemas renais) e começou-se a planejar uma guerra contra o "Nº2 do mundo".
Com a Primavera Árabe, mostrou-se um pouco de força intimidadora da OTAN na Líbia, apontando para os "contestadores": Irã, Venezuela e Coreia do Norte, e indiretamente, para China e Rússia.
--Conclusão (Ou: O que se pode aplicar no Brasil)
O Brasil só será uma potência bélica, a ponto de conseguir sua tão sonhada cadeira no Conselho de Segurança da ONU, se houver incentivos. Um inimigo, nós já temos, e nem precisamos falar qual é, né? É um inimigo que posa de amigo, que vem a nós com um buquê de flores em uma mão e um porrete atrás das costas na outra mão. Restam os outros incentivos. O Escotismo, por exemplo, precisa ser levado mais a sério; O Survivalismo precisa ser introduzido, aos poucos. Os esportes de confrontação já existem, mas precisam ser regulamentados e seus equipamentos, importados ou mesmo fabricados sem complicantes.
Caçar parece proibido no Brasil, e os esportes de tiro são muito restritos. A regulamentação sobre o armamento tinha que ser mais liberal, para retirar as armas ilícitas de circulação. O Brasil precisa aprender a se defender, e para isso, precisa ensinar seus cidadãos a se defender, também. Em um país onde até mesmo spray de pimenta e tasers são ilegais, como poderemos nos defender? Só o Jiu-Jitsu não basta!
A partir da base, se constrói com mais firmeza as camadas superiores.
Se vis Pacem, Para Bellum.
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Heróis e traidores da pátria (por Marcos Coimbra)
Em recente reunião, debatendo sobre a grave questão da demarcação de áreas indígenas, em especial sobre a denominada região Raposa/Serra do Sol, e seus desdobramentos sobre o futuro do país, enquanto Nação soberana, independente e autônoma, surgiu em paralelo uma lúcida discussão sobre quem figura e quem figuraria na História do Brasil, como herói e como traidor da Pátria. Houve unanimidade quanto aos heróis. Afinal, não há como negar o exemplo de coragem, brasilidade e desprendimento de vultos como Tiradentes, Duque de Caixas, Barão do Rio Branco, Tamandaré, Brigadeiro Eduardo Gomes, Santos Dumont, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias, o índio Felipe Camarão, do anônimo soldado da FEB que lutou na Itália e outros.
Porém, no relativo aos traidores da Pátria houve dissenso. O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia, com muita clareza, que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Mas, um participante argumentou, com propriedade, que Silvério teria sido um traidor sob a ótica de nós, brasileiros, mas não para os portugueses, a quem servia, sendo natural da nossa então matriz. Também foi lembrado o eterno Calabar, quase com unanimidade, mas apenas houve consenso em Judas, como traidor universal.
Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.
Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Imaginem isto acontecendo na Argentina, por exemplo. Os bravos “hermanos” já estariam nas ruas, protestando em greve geral e com um feroz “panelaço”. Será que o Brasil não fabrica mais Homens como no passado, quando tivemos Plácido de Castro, Marcílio Dias e tantos outros?
A maioria de nosso povo não sabe o que está acontecendo de fato. Pensa apenas em sobreviver, com as “bolsas-esmolas” ou com os empregos de baixa remuneração existentes, ou talvez ocupados com o samba, o futebol e o carnaval. Porém, existe uma parcela do povo conhecedora do que está em jogo. E é justamente esta que decide. Ela está principalmente nos três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. A disputa não é entre “arrozeiros” e índios desprotegidos da época de José de Alencar. Se o leitor quiser apurar o que está sendo escrito aqui, pode entrar nas páginas do Greenpeace, do WWF-Brasil, da FUNAI e outros menos votados. Vai encontrar uma perfeita s nia, uma ação orquestrada entre eles, com o mesmo objetivo.
Não é por acaso que dirigentes de órgãos governamentais que decidem, ignorando o Congresso, os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas.
Não existem coincidências. Há planejamento e ação decorrente. Por que autoridades brasileiras assinaram na ONU a famigerada declaração universal dos direitos indígenas, ao contrário de EUA, Austrália, Nova Zelândia, etc.? Por que as Forças Armadas brasileiras estão sendo deliberadamente sucateadas, ao longo do tempo, retirando-lhes a capacidade de cumprir com sua destinação histórica e constitucional? Por que o cidadão brasileiro está sendo desarmado, através de campanhas financiadas do exterior, executadas por sicários estrategicamente posicionados, com ampla cobertura da mídia? Por que os órgãos de comunicação, com raras exceções, não divulgam a verdade sobre o assunto, ao invés de praticar o reducionismo de tentar iludir a opinião pública, desinformando por intermédio da falsa assertiva de que a luta é entre o fazendeiro branco mau e o índio desprotegido e nômade? Por que não esclarecem que estes índios falam inglês, usam celulares e PCs?
Por que a pressão externa intimidatória de organismos internacionais e governos estrangeiros que chegaram ao acinte de mandar um representante da ONU ao país, na véspera da decisão do STF? Por que permitir a “palhaçada” de índios com o diploma de advogado, de toga, pintados de guerra a exercer pressão psicológica dominante no plenário do STF? Por que se ater a tecnicidades jurídicas e figuras poéticas para tentar esconder a verdade? Por que ignorar que a maioria dos índios que defendem a posição do G-7 são orientados por órgãos estrangeiros, sendo movimentados de lugar, por ordem externa, de acordo com a existência de riquezas ou não nos territórios a serem ocupados? Por que ignorar os indígenas que são contra? Por que nossas autoridades não aprenderam com a dura lição da Iugoslávia, do Iraque, do Kosovo, da Ossétia do Sul, etc.? Por que atribuir a onze pessoas, nomeadas por indicação política, a incomensurável responsabilidade de decidir sobre o futuro do país?
Nossos descendentes reverenciarão quais novos heróis e desprezarão que novos traidores da Pátria?
Porém, no relativo aos traidores da Pátria houve dissenso. O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia, com muita clareza, que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Mas, um participante argumentou, com propriedade, que Silvério teria sido um traidor sob a ótica de nós, brasileiros, mas não para os portugueses, a quem servia, sendo natural da nossa então matriz. Também foi lembrado o eterno Calabar, quase com unanimidade, mas apenas houve consenso em Judas, como traidor universal.
Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.
Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Imaginem isto acontecendo na Argentina, por exemplo. Os bravos “hermanos” já estariam nas ruas, protestando em greve geral e com um feroz “panelaço”. Será que o Brasil não fabrica mais Homens como no passado, quando tivemos Plácido de Castro, Marcílio Dias e tantos outros?
A maioria de nosso povo não sabe o que está acontecendo de fato. Pensa apenas em sobreviver, com as “bolsas-esmolas” ou com os empregos de baixa remuneração existentes, ou talvez ocupados com o samba, o futebol e o carnaval. Porém, existe uma parcela do povo conhecedora do que está em jogo. E é justamente esta que decide. Ela está principalmente nos três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. A disputa não é entre “arrozeiros” e índios desprotegidos da época de José de Alencar. Se o leitor quiser apurar o que está sendo escrito aqui, pode entrar nas páginas do Greenpeace, do WWF-Brasil, da FUNAI e outros menos votados. Vai encontrar uma perfeita s nia, uma ação orquestrada entre eles, com o mesmo objetivo.
Não é por acaso que dirigentes de órgãos governamentais que decidem, ignorando o Congresso, os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas.
Não existem coincidências. Há planejamento e ação decorrente. Por que autoridades brasileiras assinaram na ONU a famigerada declaração universal dos direitos indígenas, ao contrário de EUA, Austrália, Nova Zelândia, etc.? Por que as Forças Armadas brasileiras estão sendo deliberadamente sucateadas, ao longo do tempo, retirando-lhes a capacidade de cumprir com sua destinação histórica e constitucional? Por que o cidadão brasileiro está sendo desarmado, através de campanhas financiadas do exterior, executadas por sicários estrategicamente posicionados, com ampla cobertura da mídia? Por que os órgãos de comunicação, com raras exceções, não divulgam a verdade sobre o assunto, ao invés de praticar o reducionismo de tentar iludir a opinião pública, desinformando por intermédio da falsa assertiva de que a luta é entre o fazendeiro branco mau e o índio desprotegido e nômade? Por que não esclarecem que estes índios falam inglês, usam celulares e PCs?
Por que a pressão externa intimidatória de organismos internacionais e governos estrangeiros que chegaram ao acinte de mandar um representante da ONU ao país, na véspera da decisão do STF? Por que permitir a “palhaçada” de índios com o diploma de advogado, de toga, pintados de guerra a exercer pressão psicológica dominante no plenário do STF? Por que se ater a tecnicidades jurídicas e figuras poéticas para tentar esconder a verdade? Por que ignorar que a maioria dos índios que defendem a posição do G-7 são orientados por órgãos estrangeiros, sendo movimentados de lugar, por ordem externa, de acordo com a existência de riquezas ou não nos territórios a serem ocupados? Por que ignorar os indígenas que são contra? Por que nossas autoridades não aprenderam com a dura lição da Iugoslávia, do Iraque, do Kosovo, da Ossétia do Sul, etc.? Por que atribuir a onze pessoas, nomeadas por indicação política, a incomensurável responsabilidade de decidir sobre o futuro do país?
Nossos descendentes reverenciarão quais novos heróis e desprezarão que novos traidores da Pátria?
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Juntando-se a Bahia, PM's de RJ e ES podem entrar em greve até Segunda-Feira (13/02).
Li tal notícia de um contato que mantenho em um dos diversos fóruns que eu bisbilhoto:
Conversei com um Bombeiro da ativa com contatos no BOPE no Rio e parece que a previsão é que paralisem por completo os PM's, e a tendencia é os outros estados aderirem. Os estados com menor tendencia a isso são SP e RS, de resto poucos estão salvos, durante os dias de greve é aconselhável que se fique em casa e evite lugares perigosos e/ou abandonados.
É, a coisa tá feia.
E as elites fazendo campanha pelo desarmamento.
Já pensou? Você entrega seu revólver e suas balas para serem passadas num rolo compressor. Aí, chega um dia, você percebe que estão assaltando tua casa. Sem armas, qual é a tua reação? Ligar pra polícia, claro! Aí...
--Polícia Militar, posso te ajudar?
--Por favor, tem um bandido assaltando minha casa, ela fica na rua--
--Sinto muito, mas estamos em greve.
--COMÉ QUIÉ?!? (Insira palavrões aqui)
Nisso, o bandido vai ver a origem dos palavrões, e te acha com telefone na mão.
"Tava ligando pra polícia", ele vai pensar, obviamente.
BANG!
São Pedro te aguarda.
Conversei com um Bombeiro da ativa com contatos no BOPE no Rio e parece que a previsão é que paralisem por completo os PM's, e a tendencia é os outros estados aderirem. Os estados com menor tendencia a isso são SP e RS, de resto poucos estão salvos, durante os dias de greve é aconselhável que se fique em casa e evite lugares perigosos e/ou abandonados.
É, a coisa tá feia.
E as elites fazendo campanha pelo desarmamento.
Já pensou? Você entrega seu revólver e suas balas para serem passadas num rolo compressor. Aí, chega um dia, você percebe que estão assaltando tua casa. Sem armas, qual é a tua reação? Ligar pra polícia, claro! Aí...
--Polícia Militar, posso te ajudar?
--Por favor, tem um bandido assaltando minha casa, ela fica na rua--
--Sinto muito, mas estamos em greve.
--COMÉ QUIÉ?!? (Insira palavrões aqui)
Nisso, o bandido vai ver a origem dos palavrões, e te acha com telefone na mão.
"Tava ligando pra polícia", ele vai pensar, obviamente.
BANG!
São Pedro te aguarda.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Campanha do desarmamento vai continuar até o fim de 2012
Brasília – A Campanha Nacional do Desarmamento vai continuar até o fim de 2012. O Ministério da Justiça e o Banco do Brasil renovaram nesta terça (27) a parceria para o pagamento das indenizações por armas recolhidas durante a campanha. Em vigor desde maio, a Campanha Nacional do Desarmamento recolheu 36,8 mil armas de fogo no país.
De acordo com o secretário executivo da pasta, Luiz Paulo Barreto, a expectativa do governo foi atendida. “Faremos uma nova campanha, talvez aperfeiçoando alguns pontos, mas mantendo o anonimato, a capilaridade, a agilidade do pagamento e a inutilização das armas. Precisamos e queremos ampliar o número de postos de arrecadação”.
O balanço da campanha divulgado na terça mostra que os revólveres são a maior parte das armas entregues, 18 mil. Também foram recolhidas 7,6 mil armas de grande porte, sendo 5 mil espingardas, 500 rifles, 95 fuzis, cinco metralhadoras, entre outras.
As armas de grande porte representam 20% do total de armas recolhidas. “O anonimato provocou a devolução de armas de grande porte, o que é inédito. Muitas vezes o cidadão comprava de maneira clandestina e, por medo da origem da arma, não fazia a devolução”, disse Barreto.
De acordo com o Ministério da Justiça, foram pagos R$ 3,5 milhões em indenizações pelos armamentos. A entrega pode resultar em indenizações entre R$ 100 e R$ 300 dependendo do tipo da arma. O orçamento da campanha deste ano foi R$ 9 milhões. Segundo Barreto, a mesma quantia deve ser destinada a campanha em 2012.
“O ministro resolveu colocar um aporte de recursos grande. Não poderíamos deixar faltar recursos em nenhum momento da campanha. Colocamos um valor superestimado porque se tivéssemos maior adesão da população, esses recursos não faltariam”.
A campanha pelo desarmamento está presente em 25 estados, onde existem 1,9 mil postos de coleta de armas. Ao entregá-las, o cidadão não precisa declarar a origem, e depois recebe remuneração, conforme o tipo da arma.
Estão em funcionamento nos estados 1.886 postos de entrega de armas, cadastrados pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, pelo Corpo de Bombeiros e pela Guarda Municipal. Para isso, o cidadão precisa pedir à Polícia Federal uma guia de trânsito para conduzir o armamento e não é exigida a comprovação da origem da arma.
Novamente, querem desarmar os cidadãos, dando até uns "facilitantes" para as pessoas de bem entregarem suas armas, deixando a defesa de seus lares e a sua própria segurança a cargo das Forças Públicas (No caso, as polícias).
Pense nisso:
Um ladrão invade tua casa.
Você resolve ligar para a polícia.
A polícia demora cerca de meia hora para chegar (E se chegar) até tua casa. E, se o ladrão te ver com o telefone na mão, BANG! Já era.
Em compensação, ir até o quarto e pegar tua arma leva menos de um minuto. E, se o ladrão te ver armado, na maioria das vezes, ele foge.
E aí?
De acordo com o secretário executivo da pasta, Luiz Paulo Barreto, a expectativa do governo foi atendida. “Faremos uma nova campanha, talvez aperfeiçoando alguns pontos, mas mantendo o anonimato, a capilaridade, a agilidade do pagamento e a inutilização das armas. Precisamos e queremos ampliar o número de postos de arrecadação”.
O balanço da campanha divulgado na terça mostra que os revólveres são a maior parte das armas entregues, 18 mil. Também foram recolhidas 7,6 mil armas de grande porte, sendo 5 mil espingardas, 500 rifles, 95 fuzis, cinco metralhadoras, entre outras.
As armas de grande porte representam 20% do total de armas recolhidas. “O anonimato provocou a devolução de armas de grande porte, o que é inédito. Muitas vezes o cidadão comprava de maneira clandestina e, por medo da origem da arma, não fazia a devolução”, disse Barreto.
De acordo com o Ministério da Justiça, foram pagos R$ 3,5 milhões em indenizações pelos armamentos. A entrega pode resultar em indenizações entre R$ 100 e R$ 300 dependendo do tipo da arma. O orçamento da campanha deste ano foi R$ 9 milhões. Segundo Barreto, a mesma quantia deve ser destinada a campanha em 2012.
“O ministro resolveu colocar um aporte de recursos grande. Não poderíamos deixar faltar recursos em nenhum momento da campanha. Colocamos um valor superestimado porque se tivéssemos maior adesão da população, esses recursos não faltariam”.
A campanha pelo desarmamento está presente em 25 estados, onde existem 1,9 mil postos de coleta de armas. Ao entregá-las, o cidadão não precisa declarar a origem, e depois recebe remuneração, conforme o tipo da arma.
Estão em funcionamento nos estados 1.886 postos de entrega de armas, cadastrados pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, pelo Corpo de Bombeiros e pela Guarda Municipal. Para isso, o cidadão precisa pedir à Polícia Federal uma guia de trânsito para conduzir o armamento e não é exigida a comprovação da origem da arma.
Novamente, querem desarmar os cidadãos, dando até uns "facilitantes" para as pessoas de bem entregarem suas armas, deixando a defesa de seus lares e a sua própria segurança a cargo das Forças Públicas (No caso, as polícias).
Pense nisso:
Um ladrão invade tua casa.
Você resolve ligar para a polícia.
A polícia demora cerca de meia hora para chegar (E se chegar) até tua casa. E, se o ladrão te ver com o telefone na mão, BANG! Já era.
Em compensação, ir até o quarto e pegar tua arma leva menos de um minuto. E, se o ladrão te ver armado, na maioria das vezes, ele foge.
E aí?
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