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sábado, 24 de março de 2012

Heróis e traidores da pátria (por Marcos Coimbra)

Em recente reunião, debatendo sobre a grave questão da demarcação de áreas indígenas, em especial sobre a denominada região Raposa/Serra do Sol, e seus desdobramentos sobre o futuro do país, enquanto Nação soberana, independente e autônoma, surgiu em paralelo uma lúcida discussão sobre quem figura e quem figuraria na História do Brasil, como herói e como traidor da Pátria. Houve unanimidade quanto aos heróis. Afinal, não há como negar o exemplo de coragem, brasilidade e desprendimento de vultos como Tiradentes, Duque de Caixas, Barão do Rio Branco, Tamandaré, Brigadeiro Eduardo Gomes, Santos Dumont, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias, o índio Felipe Camarão, do anônimo soldado da FEB que lutou na Itália e outros.

Porém, no relativo aos traidores da Pátria houve dissenso. O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia, com muita clareza, que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Mas, um participante argumentou, com propriedade, que Silvério teria sido um traidor sob a ótica de nós, brasileiros, mas não para os portugueses, a quem servia, sendo natural da nossa então matriz. Também foi lembrado o eterno Calabar, quase com unanimidade, mas apenas houve consenso em Judas, como traidor universal.

Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.

Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Imaginem isto acontecendo na Argentina, por exemplo. Os bravos “hermanos” já estariam nas ruas, protestando em greve geral e com um feroz “panelaço”. Será que o Brasil não fabrica mais Homens como no passado, quando tivemos Plácido de Castro, Marcílio Dias e tantos outros?

A maioria de nosso povo não sabe o que está acontecendo de fato. Pensa apenas em sobreviver, com as “bolsas-esmolas” ou com os empregos de baixa remuneração existentes, ou talvez ocupados com o samba, o futebol e o carnaval. Porém, existe uma parcela do povo conhecedora do que está em jogo. E é justamente esta que decide. Ela está principalmente nos três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. A disputa não é entre “arrozeiros” e índios desprotegidos da época de José de Alencar. Se o leitor quiser apurar o que está sendo escrito aqui, pode entrar nas páginas do Greenpeace, do WWF-Brasil, da FUNAI e outros menos votados. Vai encontrar uma perfeita s nia, uma ação orquestrada entre eles, com o mesmo objetivo.

Não é por acaso que dirigentes de órgãos governamentais que decidem, ignorando o Congresso, os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas.

Não existem coincidências. Há planejamento e ação decorrente. Por que autoridades brasileiras assinaram na ONU a famigerada declaração universal dos direitos indígenas, ao contrário de EUA, Austrália, Nova Zelândia, etc.? Por que as Forças Armadas brasileiras estão sendo deliberadamente sucateadas, ao longo do tempo, retirando-lhes a capacidade de cumprir com sua destinação histórica e constitucional? Por que o cidadão brasileiro está sendo desarmado, através de campanhas financiadas do exterior, executadas por sicários estrategicamente posicionados, com ampla cobertura da mídia? Por que os órgãos de comunicação, com raras exceções, não divulgam a verdade sobre o assunto, ao invés de praticar o reducionismo de tentar iludir a opinião pública, desinformando por intermédio da falsa assertiva de que a luta é entre o fazendeiro branco mau e o índio desprotegido e nômade? Por que não esclarecem que estes índios falam inglês, usam celulares e PCs?

Por que a pressão externa intimidatória de organismos internacionais e governos estrangeiros que chegaram ao acinte de mandar um representante da ONU ao país, na véspera da decisão do STF? Por que permitir a “palhaçada” de índios com o diploma de advogado, de toga, pintados de guerra a exercer pressão psicológica dominante no plenário do STF? Por que se ater a tecnicidades jurídicas e figuras poéticas para tentar esconder a verdade? Por que ignorar que a maioria dos índios que defendem a posição do G-7 são orientados por órgãos estrangeiros, sendo movimentados de lugar, por ordem externa, de acordo com a existência de riquezas ou não nos territórios a serem ocupados? Por que ignorar os indígenas que são contra? Por que nossas autoridades não aprenderam com a dura lição da Iugoslávia, do Iraque, do Kosovo, da Ossétia do Sul, etc.? Por que atribuir a onze pessoas, nomeadas por indicação política, a incomensurável responsabilidade de decidir sobre o futuro do país?

Nossos descendentes reverenciarão quais novos heróis e desprezarão que novos traidores da Pátria?

sábado, 10 de setembro de 2011

Não pode comprar ouro? Invista em prata.

 (Extraído deste site.)
O "ouro dos pobres" é um ativo em quantidade maior do que o ouro (mas não muito) e de preço menor. Possui uso industrial e acredito ser, junto com o ouro, uma proteção aos papéis-moeda de hoje.

Sim, não é possível comprar comida com ouro e prata. Mas, em caso de uma hiperinflação ou mesmo "quebra" do sistema, pode ser uma opção. Existe a crença que papel-moeda é dinheiro. Só vale alguma coisa porque se compra mercadoria com isso no momento. Papéis-moeda vem e vão (Cruzado, Cruzeiro, Novo, Velho). Ouro e prata? Ficam.

Como comprar? Dicas:

1- Barras: recomendo comprar pelo Ebay. Existem diversos fabricantes. Sugestões: SilverTowne, Engelhard, Buffalo.

2- Moedas comemorativas: vendidas pelo BACEN e também por outros países. As moedas da Austrália (Perthmint) são muito bonitas e podem ser colecionadas, além de não terem um custo sobre o preço spot muito elevado. São vários modelos e tamanhos (até 10 kg, rsrsrs). Existem também a americana American Eagle, a canadense Maple Leaf, entre outras. Uma vantagem é a valorização com o tempo. Existem sites que vendem, mas o mais fácil é comprar pelo Ebay.

3- Bullion e rounds: silver bullion e silver rounds são denominações genéricas, que vale a pena uma busca pelo Ebay.

4- O preço spot da prata atual é US$18 a onça (31,1 gramas). Dificilmente será possível comprar moedas por menos de US$25 a onça. Para silver rounds, por exemplo, se consegue um preço abaixo.

5- 10% é muito? Ok, mas um pouquinho vale a pena?

6- Como guardar, em segredo? É, não é fácil. Principalmente depois de se ver uma moeda como abaixo, ao vivo e a cores.

7- Caso se tenha alguma informação a compartilhar, agradeço.


sábado, 14 de maio de 2011

Compre ouro: O Dólar não valerá nada em breve

Se você tem alguma receita em dólares, seja aqui ou no estrangeiro, ou possui alguns dólares guardados no cofre ou debaixo do colchão, recomendo a você pegar todos os dólares que tem - Enquanto ainda valem alguma coisa - e comprar ouro com eles.

"Por quê?", hão de me perguntar. Simples:

--O ouro é um material de valor imutável. A menos que se descubra uma jazida na Antártica que torne o minério tão comum quanto a prata, o ouro sempre valerá muito por sua raridade e suas propriedades físicas.
--O Dólar é uma moeda mantida a partir de juros e dívidas do Tesouro Americano, havendo anos que deixaram de basear sua moeda (Não só o Dólar, muitas outras moedas deixaram de se basear) no ouro; e os EUA são, como diz minha mãe, "um morto que esqueceram de avisar que já morreu": A dívida total do país ultrapassou e muito seu próprio PIB. Literalmente, o Dólar não vale nada, mas seu valor se mantém graças à especulação financeira (E à força de suas armas).
--A "Crise Financeira" mostrou ao mundo o que pode acontecer se os EUA quebrarem de vez, e de verdade - A crise de 2008 foi só um teste - e esse dia está muito próximo. O Dólar está deixando de ser uma "moeda franca" devido à instabilidade do país que o adotou, e às consequências de uma política financeira predatória, que permite simplesmente injetar no mercado toneladas de dinheiro sem um embasamento concreto. Muitos países estão adotando o Euro ou outras moedas como moedas de negociação; Mesmo o Brasil e a China cogitaram fazer seu comércio bilateral em Yuans ou Reais, em vez de Dólares.
--A China está recomendando a seus cidadãos que compre ouro e prata. Quando um governo semi-totalitário, que controla praticamente toda a economia de seu país, recomenda a seus cidadãos que comprem ouro e prata, é porque algo muito desastroso está por vir.

Não nos esqueçamos que bastaram alguns boatos para a Bolsa de Nova York quebrar em 1929, levando inúmeros bancos pequenos à bancarrota e sucessiva absorção por parte dos grandes bancos. Boatos espalhados por gente muito poderosa e muito mal-intencionada podem levar o mundo ao caos. E aí, quando o dinheiro convencional não valer mais nada, quem tiver ouro estará com a vantagem.

Se você se interessou em comprar ouro, recomendo este site. Mas você também pode fazê-lo nas agências do Banco do Brasil ou de alguns bancos privados.

A propósito, pra quem não tem bala na agulha pra comprar ouro, mas quer investir em metais, recomendo a prata e o cobre. Segundo um economista que trabalhou com George Soros, o norte-americano pode investir até em maços de cigarro que sairá em vantagem. Creio que aqui no Brasil não se chegará a tanto, afinal, passamos quase incólumes pela Crise de 2008.

Mas, por via das dúvidas, antes que o Dólar Americano tenha o mesmo valor que o Dólar Zimbabuano, gastemos os dólares que tivermos e compremos ouro, prata e cobre - Mas claro, guardando-os em bancos.
A propósito, um documentário interessante pra vocês:



Assista atmbém as duas partes seguintes.