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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A futilidade dos extremos

Desde que eu idealizei o projeto do Movimento Laranja, eu tento organizá-lo de forma que ele tenha princípios adequados ao Brasil e ao povo Brasileiro. Claro, sempre há uma maneira "mais fácil", que é de aderir a um movimento extremista, seja de esquerda ou de direita.

Já vou avisando, o Movimento Laranja não é de esquerda, tampouco de direita. Porque nem uma nem outra possuem a panacéia para curar o Brasil (E porventura o Mundo) dos males que o afligem. Todos sabem o que acontece quando quem tem o controle de uma nação é a extrema-esquerda ou a extrema-direita.

O pessoal da extrema-esquerda idolatra os ícones soviéticos como Lênin, Stálin, Mao-Tsé-Tung, Fidel Castro (E uns mais recentes, como Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad {Embora eu não saiba se este é MESMO de esquerda}), esquecendo de verdadeiros monstros como Robert Mugabe, Pol Pot e mesmo Stálin e Mao, que proporcionaram verdadeiros massacres, carnificinas e holocaustos que corariam os judeus de vergonha por AINDA estarem relembrando o deles próprios. Eles odeiam o famigerado "Sistema" (Que, até hoje, ninguém me explicou o que é), se levantam contra as religiões, o modo capitalista, odeiam os ricos de qualquer estirpe, consideram Nietsche o melhor pensador da atualidade, preferem a cor vermelha, et cetera. E claro, todas as mazelas do mundo, para eles, é culpa do Sistema.

O pessoal da extrema-direita, por sua vez, já começa errando ao considerar a Ditadura Militar do Brasil uma época próspera sob TODOS os aspectos. Só porque eles torturavam e matavam supostos comunistas. Com certeza eles não se lembram de regimes ditatoriais implantados em outras partes do mundo com anuência dos EUA (Pinochet, Saddam Hussein,  lembram?) e que o Brasil era marionete dos EUA até a implantação do Real. Demonizam o governo atual, só porque é do PT, sendo que se esquecem que FHC quase vendeu a Petrobras para a Chevron ("PetroBrax", lembram?), e dão à religião (Católica, quase sempre) a mesma importância que era dada na Idade Média (que quando uma criança morria por causa da Peste Negra, a culpa era da velha que mexia com ervas, porque ela era uma bruxa). E claro, todas as mazelas do mundo, para eles, é culpa dos Comunistas. Ah, sim, eles gostam de fardas e roupas pretas. Se forem fardas pretas, melhor.

Ambos estão em parte certos e errados. Mas, por enxergarem o mundo de um ponto de vista maniqueísta e GeorgeBushiano, segundo o qual "Se você não está conosco, está contra nós", eles não reconhecem os erros de suas doutrinas e os acertos das doutrinas que eles demonizam. Um extremo-direitista, por exemplo, NUNCA vai reconhecer os acertos do Lula enquanto presidente, assim como um extremo-esquerdista NUNCA reconhecerá os erros do Lula enquanto presidente, só pra ilustrar. E, por seguirem fielmente sua doutrina, eles preferirão guerrear contra compatriotas que pensam diferente deles do que analisar e pensar em uma forma de conciliar e juntar esforços para fazer este País ir para a frente.

E, ainda mais, por serem extremistas, jamais cogitarão conversar com o "outro lado": Um saudosista do Regime Militar (mesmo que nunca o tenha vivenciado) nunca vai conversar com um comunista, e vice-versa, a menos que seja para proferir ultimatos, ofensas e ameaças.Andei lendo algumas e-coisas de ambos os lados e, se por um lado, as ideias são válidas, por outro, há coisas que ambos os lados pregam que chegam ao limite do aceitável para qualquer ser humano.

Por isso, resolvi afastar o meu movimento de qualquer tendência política, a menos que um dia, eu funde um partido próprio. Não vou para a esquerda nem para a direita. Eu vou para a FRENTE!

sábado, 10 de setembro de 2011

Não pode comprar ouro? Invista em prata.

 (Extraído deste site.)
O "ouro dos pobres" é um ativo em quantidade maior do que o ouro (mas não muito) e de preço menor. Possui uso industrial e acredito ser, junto com o ouro, uma proteção aos papéis-moeda de hoje.

Sim, não é possível comprar comida com ouro e prata. Mas, em caso de uma hiperinflação ou mesmo "quebra" do sistema, pode ser uma opção. Existe a crença que papel-moeda é dinheiro. Só vale alguma coisa porque se compra mercadoria com isso no momento. Papéis-moeda vem e vão (Cruzado, Cruzeiro, Novo, Velho). Ouro e prata? Ficam.

Como comprar? Dicas:

1- Barras: recomendo comprar pelo Ebay. Existem diversos fabricantes. Sugestões: SilverTowne, Engelhard, Buffalo.

2- Moedas comemorativas: vendidas pelo BACEN e também por outros países. As moedas da Austrália (Perthmint) são muito bonitas e podem ser colecionadas, além de não terem um custo sobre o preço spot muito elevado. São vários modelos e tamanhos (até 10 kg, rsrsrs). Existem também a americana American Eagle, a canadense Maple Leaf, entre outras. Uma vantagem é a valorização com o tempo. Existem sites que vendem, mas o mais fácil é comprar pelo Ebay.

3- Bullion e rounds: silver bullion e silver rounds são denominações genéricas, que vale a pena uma busca pelo Ebay.

4- O preço spot da prata atual é US$18 a onça (31,1 gramas). Dificilmente será possível comprar moedas por menos de US$25 a onça. Para silver rounds, por exemplo, se consegue um preço abaixo.

5- 10% é muito? Ok, mas um pouquinho vale a pena?

6- Como guardar, em segredo? É, não é fácil. Principalmente depois de se ver uma moeda como abaixo, ao vivo e a cores.

7- Caso se tenha alguma informação a compartilhar, agradeço.


domingo, 15 de maio de 2011

Como assim, o Brasil NÃO tem um satélite?!?

Brasil devassado
Sem um satélite próprio, o País depende de estrangeiros para proteger suas riquezas, fluir informações militares e até controlar o tráfego aéreo

Claudio Dantas Sequeira

Apesar dos avanços e recuos, uma das prioridades do governo brasileiro é reaparelhar as Forças Armadas. Pelos planos, em breve o Brasil ganhará um submarino de propulsão nuclear para patrulhar a costa, em especial a região do pré-sal, um grupo de caças de quinta geração para proteger o espaço aéreo do país; e armamentos de última geração para equipar os soldados que monitoram a porosa fronteira brasileira. Como em qualquer país com um poderio militar moderno, o plano do governo prevê que toda a comunicação entre as três forças seja feita via satélite, permitindo a troca rápida e segura de informações. Na teoria, a estratégia de defesa brasileira parece não ter falhas graves e obedece aos procedimentos das melhores forças armadas do mundo. Na prática, no entanto, existe um nó difícil de ser desatado e que, em tese, compromete todo o investimento bilionário que o País se prepara para fazer.

Ao contrário das principais nações desenvolvidas e emergentes do mundo, o Brasil não tem controle nem ao menos sobre um dos quase mil satélites que estão em órbita no mundo hoje. A Índia, por exemplo, tem seis deles dedicados a ela e a China, outros 60. Hoje, todas as informações brasileiras que trafegam pelo espaço – sejam elas militares, governamentais ou de empresas privadas nacionais – passam por satélites privados, controlados por uma única empresa, a Star One, do bilionário mexicano Carlos Slim. Na prática, o Brasil é um simples locador de um retransmissor espacial que tem como função principal gerar lucros para o seu dono. Em uma situação de conflito, seja ele militar ou econômico, em última instância o locador tem o poder de simplesmente cortar o sinal do satélite, fazendo com que todo o moderno aparato militar que o País pretende adquirir se torne completamente inútil.

Desde que o Brasil perdeu o controle sobre seus satélites, com a privatização da Embratel em 1998, nenhum caso semelhante ocorreu. Mas o que preocupa especialistas brasileiros em segurança é a mera possibilidade de que isso venha a acontecer. “Não há como negar, é uma ameaça à segurança nacional”, diz o engenheiro José Bezerra Pessoa Filho, do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e ex-diretor da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Sua opinião é compartilhada por diversos analistas e autoridades. “São informações fundamentais para a proteção de milhares de pessoas”, afirma Thyrso Villela, diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB).
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A dependência a satélites estrangeiros não é um problema restrito à área militar. O governo também depende da boa vontade alheia, ao custo de vários milhões de dólares, para obter dados meteorológicos vitais para a prevenção de desastres naturais como enchentes, furacões e tempestades tropicais. Ficam ameaçadas também a transmissão de dados bancários e as comunicações sobre tráfego aéreo, que em poucos anos terá de ser feito via satélite, conforme determina o padrão internacional. Algumas vozes argumentam que os contratos comerciais firmados pelo governo com empresas de satélites, como a Star One que comprou a Embratel, contêm salvaguardas que garantem a prestação do serviço. Nesse sentido, o descumprimento das cláusulas contratuais prevê multas milionárias. No entanto, numa situação extrema, seja de guerra ou de catástrofe natural, quem vai pagar a fatura pela perda de vidas humanas? O histórico recomenda cautela.

Ao menos em duas ocasiões o Brasil sofreu os efeitos da dependência. Em 1982, durante a Guerra das Malvinas, um dos satélites meteorológicos que fornecia imagens para o governo foi reposicionado pelos Estados Unidos e deixou de fornecer informações sobre o clima em todo o Hemisfério Sul durante dois meses. Em 2005, por conta do furacão Katrina, os americanos precisaram usar toda a potência de varredura de seus satélites para rastrear o fenômeno, reduzindo a frequência das imagens da América do Sul e do Brasil. “Se fossemos atingidos naquela época por um evento da magnitude do ciclone Catarina, que varreu a região Sul em 2004, ficaríamos no escuro”, afirma Villela, da AEB.

A história de dependência começou com a privatização do sistema Telebrás, em 1998. A Embratel, que operava os satélites BrasilSat, passou às mãos da americana Verizon e depois da América Movil, do magnata mexicano Carlos Slim, dona da Star One. Embora fossem satélites comerciais, o governo brasileiro detinha dois transponders de banda X, exclusivos para comunicações militares, instalados nesses satélites. Com a privatização da estatal, todo o controle passou para as mãos privadas.

Há, logicamente, salvaguardas pelas quais a operação desses satélites é feita somente por brasileiros. Mas os militares não têm controle sobre esses equipamentos, não podem desligar o satélite ou mudar sua posição. “As salvaguardas servem para mitigar o problema da soberania”, reconhece o coronel da reserva Edwin Pinheiro da Costa, chefe da seção de Telemática do Ministério da Defesa e responsável pelo Sistema de Comunicações Militares (Siscomis). Vale lembrar que a Verizon foi arrolada nos EUA numa polêmica sobre fornecimento de dados telefônicos de seus clientes ao FBI e a agências de inteligência do governo.

Uma das diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) é o desenvolvimento do Satélite Geoestacionário Brasileiro, o SGB. Para tirar o projeto do papel é preciso empenho político e recursos financeiros. Uma das tentativas é construir um foguete próprio capaz de lançar o satélite brasileiro. As primeiras tentativas terminaram com a destruição da Base de Alcântara, no Maranhão, após a explosão de um protótipo. O mais próximo que o Brasil chegou para voltar a ter satélites próprios foi uma minuta de intenções para firmar uma parceria com a França. No entanto, as negociações para que o acordo saia estão paradas há dois anos. Enquanto isso, todo o sistema de comunicações do País continua nas mãos do bilionário Carlos Slim.
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(Fonte: Revista IstoÉ)

1998 era o ano em que Fernando Henrique Cardoso foi reeleito, não? Esse é o perigo de políticos demagogos e sociólogos, que vivem mais na elite do que pelo povo, em postos delicados como a Presidência da República. Que nunca mais volte ao Planalto, nem ele, nem ninguém do PSDB.

Isso é gravíssimo. Sabemos que o Brasil tem, sim, seu inimigo velado, que não quer que o Brasil se torne uma potência, e um telefonema rápido para Carlos Slim dado pelo Presidente dessa "nação adversária" (Que não vou dizer qual é, porque todo mundo já sabe faz tempo) seria o suficiente para colocar toda a Nação às escuras.

A prioridade do Brasil em sua END devia ser, antes de tudo, o lançamento de um satélite dedicado à Nação. Pode-se usar o Cyclone-4 do consórcio Alcântara-Cyclone. Ou isso, ou um acordo com o Eike "Mr.X" Batista para concedê-lo privilégios em troca de ele fazer uma oferta agressiva e RECOMPRAR a Star One para que os satélites que o Brasil usa voltem para o controle total do Brasil. Dinheiro pra isso, ele tem.