Encontrei este vídeo do Cauê Moura nas minhas andanças pelo Youtube. Apesar do tom escrachado, ele disse umas boas verdades aí.
A mais relevante foi uma frase, que não sei se era dele, ou se era de alguma outra pessoa, mas era esta:
"É muito fácil se orgulhar de uma honestidade que nunca foi posta à prova."
Uma vez uma pessoa escreveu que quem mais sabe das coisas do reino é o bobo-da-corte, porque ninguém lhe dá importância, falando tudo à sua frente, e ele podia falar o que quisesse da nobreza ou da plebe sem temer sofrer represálias. Afinal, era só um "bobo".
Os bobos de ontem são os palhaços e comediantes de hoje que, entre uma piada e outra, soltam verdades dignas de reflexão. E, por serem comediantes, e estarem nas "rodas", sabem de certas coisas que talvez nós não saibamos.
Fiquem com o vídeo:
Mostrando postagens com marcador Judiciário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Judiciário. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
O Que é o Castilhismo-Trabalhista?
O Castilhismo surge como evolução histórica da tradição pombalina(modelo administrativo de Marquês de Pombal) na segunda metade do séc. XVIII, quando moderniza a estrutura do Estado em Portugal, substituindo a concepção religiosa de gestão do Estado pelo científico, como sustentáculo do poder político.
Assim sendo o administrador(governante) deveria gerir e explorar adequadamente os recursos disponíveis segundo uma metodologia científica, ao qual inspiraria não só a ação do governo(política) como as relações entre os homens(moral).
Trata-se da Tecnificação do Estado administrado por parâmetros científicos, a meritocracia dentro da Administração Pública, o absoluto respeito e probidade a coisa pública, marcas profundas dos governos castilhistas(Castilhos, Borges de Medeiros, Vargas, Goulart e Brizola).
É sobre esse estrado de concepção científica do modelo de administração do Estado (permeado no Brasil pela Real Academia Militar - 1810, ulterior Escola Politécnica) que inspirarão os Republicanos na promoção da República. O Positivismo é abraçado, não por carência ideológica, mas por convergir com a tradição nacional e de par com os anseios nacionalistas forjam o modelo republicano brasileiro em antagonismo ao Império com sua política liberal e posteriormente nos embates contra os que sustentavam modelo estadunidense(liberal).
Com a rejeição do projeto constituinte(Positivista) de Miguel Lemos e Texeira Mendes, a bancada cafeicultora(majoritária no parlamento) impõe um modelo republicano liberal. Contudo, Júlio de Castilhos levaria para o Rio Grande do Sul oque deveria ter sido a Constituição do Brasil idealizado pelos republicanos históricos, que se materializa na Constituição de 1891 do Estado do Rio Grande do Sul, que se designou chamar: "Castilhista", vigorando durante quase 4 décadas, tendo inclusive Getúlio governado com ela. Fazendo do Rio Grande do Sul, antes um Estado pobre e atrasado, já em fins do Séc. XIX na segunda maior economia do País e o de menor índice de analfabetismo.
Concomitante a esse processo que ocorria no Rio Grande, à nível nacional esse ideário republicano de matiz positivista e nacionalista se coagunava no que se designou chamar de "florianismo", quando do surgimento dos Batalhões Patrióticos durante a revolta da armada, os clubes jacobinos pelo país a fora compostos exclusivamente por brasileiros natos, que deram origens aos batalhões, espécie de milícia organizada para defender a República e difundir seus ideais organizando reuniões, protestos, atos bélicos, com uma imprensa atuante e disseminada por todo País.
Do pensamento "jacobino"(designação imprópria que não reflete o brasileiro) será incorporado os princípios democráticos, de tomada de decisões em praça pública, e participação direta dos cidadãos nos negócios públicos (um escamotiamento do pensamento positivista do “dictador perpétuo”), isso ocorre como adaptação as instituições republicanas, materializada na Constituição do Rio Grande do Sul de 1891, que susbtitui a figura do "dictador perpetum" de Commte e estabelece a reeleição ilimitada no cargo de Presidente(atual governador) do Estado.
Outro aspecto incorporado, será o militarismo também rejeitando o pensamento pacifista dos positivistas ante a necessidade de defesa militar contra os levantes liberais (“Revolução Federalista” e a “Revolta da Armada”), bem como o expansionismo imperialista das potências na época(tentativa de invasão do Amapá pelos franceses e da ilha de Trindade pelos Ingleses).
Acusada de "autoritária", sem razão, por seus opositores(liberais), a Constituição Castilhista prima pela Democracia Direta, com a institucionalização de mecanismos de participação direta da população nas tomadas de decisões políticas, tal como referendos e plebiscitos populares:
"... O Estado do Extremo sul, guiado pelo seu grande organizador(referência a Júlio de Castilhos) [....] ergueu dentro do sistema da Constituição Federal, um regime institucional em que admiravelmente se consorciam a autoridade com a liberdade. Melhor compreendendo a natureza do regime presidencial, instituiu um poder executivo forte, facultando-lhe, sem receio, consagrar e manter as mais amplas franquias liberais". "Lá [no Rio Grande do Sul] o Presidente do Estado propõe a lei que toma a forma plebiscitária, com a publicidade ampla, a colaboração direta do povo na apresentação de emendas e referendum dos Conselhos Municipais....” – Getúlio Vargas.
Durante mais de quatro décadas, o castilhismo testou com sucesso, a consulta plebiscitária. O castilhismo valoriza enfaticamente os processos democráticos diretos, como os empregados na antiga Grécia e Roma, consideradas superiores a "democracia" representativa dos liberais. O plebiscito é a forma ideal de consulta popular, eliminando dessa forma a influência perniciosa dos representantes oligárquicos reunidos na assembléia legislativa. Estabelecendo uma relação direta entre cidadãos e governante, propiciando assim, isenção para o Executivo governar em favor do bem comum.
Com a Revolução de 30, o projeto castilhista chega ao poder e inicia a modernização do Estado Brasileiro, atrasado em mais de quadro décadas.
“A época é das assembléias especializadas, dos conselhos técnicos integrados à administração. O Estado puramente político, no sentido antigo do termo, podemos considerálo, atualmente, entidade amorfa, que, aos poucos, vai perdendo o valor e a significação." - Getúlio Vargas. Discurso em 4-5-1931.
É a Tecnificação do Estado, gerido sob parâmetros científicos, a representação política é substituída pelos Conselhos Técnicos integrados à administração pública. A tarefa legislativa não pode ser entregue a parlamentares(que defendem interesses particularistas contra a coletividade) mas à órgãos técnicos. Os técnicos elaboram as normas legais; os interessados são convidados a opinar; e o governo intervém para exercer função mediadora e impor uma diretriz, um rumo. Em vários níveis essa modalidade achava-se institucionalizada nos Conselhos Técnicos, que posteriormente deveriam ser submetidos a referendos populares como expresso na Constituição de 1937 em seu art. 63, que versava sobre o poder decisório do Conselho da Economia Nacional – CEN (de feição corporativa), ao atribuir ao povo via plebiscito “poderes de legislação sobre algumas ou todas as matérias de sua competência”, o velho gosto castilhista pela democracia direta. Esse esvaziamento do poder decisório da CEN, foi a razão do rompimento de Francisco Campos com Vargas.
A proposta corporativista de Francisco Campos foi descartada, em virtude dos elementos não modernizadores que implicava. A idéia de Campos de que “O Estado assiste e superintende mediante o Conselho de Economia Nacional, de feição corporativa”, só intervindo para assegurar os interesses da Nação, impedindo o predomínio de um determinado setor da produção, em detrimento dos demais”, implicava, no terreno econômico, uma perda de forças do Estado empresário e centralizador da tradição castilhista.
Para Vargas era inaceitável a idéia de um Estado patrimonial modernizador, que entregasse às corporações o aspecto fundamental da administração da economia. Isso equivaleria, no mínimo, a um retrocesso que fortaleceria de novo a ascensão dos interesses particularistas.
O Estado getuliano deglutiria, no entanto, a idéia corporativista, libertando-a do vezo romântico presente na proposta de uma economia administrada organicamente pela Nação, e inserindo-a no contexto do Poder central forte e modernizador.
Com a Constituição de 1937 se materializa o sonhado modelo Republicano Brasileiro que desde 1891, com a fundação da República, deveria ter sido instituído no Brasil, inspirada na Carta de 14 de julho de 1891 do Rio Grande do Sul, sob a qual Getúlio inclusive governou quando Presidente(atual cargo de governador) do Rio Grande do Sul. Mal nasceu, a briosa Carta de 37 não terá 7 anos de vida quando sobrevém o golpe com a deposição de Getúlio em 45.
Com o golpe que depois Getúlio, pondo fim ao Estado Novo, Getúlio tratou de organizar o PTB - Partido Trabalhista Brasileiro, afim de preencher a lacuna de representação dos trabalhadores no novo cenário político que se formava. É com a adesão de Getúlio ao PTB, que o trabalhismo incorpora o ideário nacionalista de Vargas. O PTB não será apenas um meio para pleitear reivindicações trabalhistas, ele será o próprio bastião de defesa do projeto político de Vargas para o Brasil é oque podemos chamar apartir de então de Nacional-trabalhismo Brasileiro.
Características do Estado Castilhista
1. Concentração de Poderes no Executivo, acabando com a chantagem do Parlamento(Congresso/assembléias), históricamente reduto da oligarquia.;
2. Mecanismos de Participação Direta como Plebiscitos e Referendos populares de forma obrigatória, estabelecendo um elo direto entre Executivo e povo(escamoteando mais ainda o poder do parlamento para desespero dos oligárcas);
3. Estado Intervencionista (como já citado), mas não só na área econômica mas também como educador, zelando pela moralização pública(não condundir com moral religiosa mas com a "RES(Coisa) PÚBLICA", coisa pública, a probidade com a coisa pública, bem como a ética dos seus cidadãos, a promoção da cidadania. Na seara econômica melhor aclarando trata-se do Estado Empresário não só regulando e intervindo ocasionalmente na econômia, mas sobretudo atuando diretamente no domínio econômico através de Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista geridas pelo Estado, traduzindo-se ainda na Planificação da Economia (Getúlio reiteradas vezes batia nesse ponto como fator primordial). Soma-se a isso a promoção dos Direitos Trabalhistas, intermediadas por um órgão estatal(Justiça trabalhista) na mentalidade Liberal e mesmo social-democrata as relações sociais devem se operar segundo composições de forças por meio de seus representantes, o Trabalhismo se opõe a isso segundo o qual as relações sociais devem ser intermediadas pelo Estado.
Fonte: Ressurreição Nacionalista
Opinião do Ravengar: Este me parece ser um movimento Nacionalista autêntico, sem aquelas viadagens de caras andando de preto e vestindo coturnos, com caveiras e outros símbolos de morte, pregando ódio a quem pensa diferente deles (Ou tem a aparência diferente da deles). Não, este Nacionalismo despertou meu interesse, inclusive por possuir muitos paralelos com o Nacional-Socialismo alemão e o Shinto japonês. E é o primeiro movimento Nacionalista brasileiro moderno sem viés anti-Comunismo, pró-Israel e outras babaquices plantadas por Washington.
Vou ficar de olho no movimento e suas postagens serão seguidas aqui. Esse movimento Nacionalista parece realmente defender os reais interesses do Brasil.
Ou você prefere confiar nos camaradas abaixo?...
Assim sendo o administrador(governante) deveria gerir e explorar adequadamente os recursos disponíveis segundo uma metodologia científica, ao qual inspiraria não só a ação do governo(política) como as relações entre os homens(moral).
Trata-se da Tecnificação do Estado administrado por parâmetros científicos, a meritocracia dentro da Administração Pública, o absoluto respeito e probidade a coisa pública, marcas profundas dos governos castilhistas(Castilhos, Borges de Medeiros, Vargas, Goulart e Brizola).
É sobre esse estrado de concepção científica do modelo de administração do Estado (permeado no Brasil pela Real Academia Militar - 1810, ulterior Escola Politécnica) que inspirarão os Republicanos na promoção da República. O Positivismo é abraçado, não por carência ideológica, mas por convergir com a tradição nacional e de par com os anseios nacionalistas forjam o modelo republicano brasileiro em antagonismo ao Império com sua política liberal e posteriormente nos embates contra os que sustentavam modelo estadunidense(liberal).
Com a rejeição do projeto constituinte(Positivista) de Miguel Lemos e Texeira Mendes, a bancada cafeicultora(majoritária no parlamento) impõe um modelo republicano liberal. Contudo, Júlio de Castilhos levaria para o Rio Grande do Sul oque deveria ter sido a Constituição do Brasil idealizado pelos republicanos históricos, que se materializa na Constituição de 1891 do Estado do Rio Grande do Sul, que se designou chamar: "Castilhista", vigorando durante quase 4 décadas, tendo inclusive Getúlio governado com ela. Fazendo do Rio Grande do Sul, antes um Estado pobre e atrasado, já em fins do Séc. XIX na segunda maior economia do País e o de menor índice de analfabetismo.
Concomitante a esse processo que ocorria no Rio Grande, à nível nacional esse ideário republicano de matiz positivista e nacionalista se coagunava no que se designou chamar de "florianismo", quando do surgimento dos Batalhões Patrióticos durante a revolta da armada, os clubes jacobinos pelo país a fora compostos exclusivamente por brasileiros natos, que deram origens aos batalhões, espécie de milícia organizada para defender a República e difundir seus ideais organizando reuniões, protestos, atos bélicos, com uma imprensa atuante e disseminada por todo País.
Do pensamento "jacobino"(designação imprópria que não reflete o brasileiro) será incorporado os princípios democráticos, de tomada de decisões em praça pública, e participação direta dos cidadãos nos negócios públicos (um escamotiamento do pensamento positivista do “dictador perpétuo”), isso ocorre como adaptação as instituições republicanas, materializada na Constituição do Rio Grande do Sul de 1891, que susbtitui a figura do "dictador perpetum" de Commte e estabelece a reeleição ilimitada no cargo de Presidente(atual governador) do Estado.
Outro aspecto incorporado, será o militarismo também rejeitando o pensamento pacifista dos positivistas ante a necessidade de defesa militar contra os levantes liberais (“Revolução Federalista” e a “Revolta da Armada”), bem como o expansionismo imperialista das potências na época(tentativa de invasão do Amapá pelos franceses e da ilha de Trindade pelos Ingleses).
Acusada de "autoritária", sem razão, por seus opositores(liberais), a Constituição Castilhista prima pela Democracia Direta, com a institucionalização de mecanismos de participação direta da população nas tomadas de decisões políticas, tal como referendos e plebiscitos populares:
"... O Estado do Extremo sul, guiado pelo seu grande organizador(referência a Júlio de Castilhos) [....] ergueu dentro do sistema da Constituição Federal, um regime institucional em que admiravelmente se consorciam a autoridade com a liberdade. Melhor compreendendo a natureza do regime presidencial, instituiu um poder executivo forte, facultando-lhe, sem receio, consagrar e manter as mais amplas franquias liberais". "Lá [no Rio Grande do Sul] o Presidente do Estado propõe a lei que toma a forma plebiscitária, com a publicidade ampla, a colaboração direta do povo na apresentação de emendas e referendum dos Conselhos Municipais....” – Getúlio Vargas.
Durante mais de quatro décadas, o castilhismo testou com sucesso, a consulta plebiscitária. O castilhismo valoriza enfaticamente os processos democráticos diretos, como os empregados na antiga Grécia e Roma, consideradas superiores a "democracia" representativa dos liberais. O plebiscito é a forma ideal de consulta popular, eliminando dessa forma a influência perniciosa dos representantes oligárquicos reunidos na assembléia legislativa. Estabelecendo uma relação direta entre cidadãos e governante, propiciando assim, isenção para o Executivo governar em favor do bem comum.
Com a Revolução de 30, o projeto castilhista chega ao poder e inicia a modernização do Estado Brasileiro, atrasado em mais de quadro décadas.
“A época é das assembléias especializadas, dos conselhos técnicos integrados à administração. O Estado puramente político, no sentido antigo do termo, podemos considerálo, atualmente, entidade amorfa, que, aos poucos, vai perdendo o valor e a significação." - Getúlio Vargas. Discurso em 4-5-1931.
É a Tecnificação do Estado, gerido sob parâmetros científicos, a representação política é substituída pelos Conselhos Técnicos integrados à administração pública. A tarefa legislativa não pode ser entregue a parlamentares(que defendem interesses particularistas contra a coletividade) mas à órgãos técnicos. Os técnicos elaboram as normas legais; os interessados são convidados a opinar; e o governo intervém para exercer função mediadora e impor uma diretriz, um rumo. Em vários níveis essa modalidade achava-se institucionalizada nos Conselhos Técnicos, que posteriormente deveriam ser submetidos a referendos populares como expresso na Constituição de 1937 em seu art. 63, que versava sobre o poder decisório do Conselho da Economia Nacional – CEN (de feição corporativa), ao atribuir ao povo via plebiscito “poderes de legislação sobre algumas ou todas as matérias de sua competência”, o velho gosto castilhista pela democracia direta. Esse esvaziamento do poder decisório da CEN, foi a razão do rompimento de Francisco Campos com Vargas.
A proposta corporativista de Francisco Campos foi descartada, em virtude dos elementos não modernizadores que implicava. A idéia de Campos de que “O Estado assiste e superintende mediante o Conselho de Economia Nacional, de feição corporativa”, só intervindo para assegurar os interesses da Nação, impedindo o predomínio de um determinado setor da produção, em detrimento dos demais”, implicava, no terreno econômico, uma perda de forças do Estado empresário e centralizador da tradição castilhista.
Para Vargas era inaceitável a idéia de um Estado patrimonial modernizador, que entregasse às corporações o aspecto fundamental da administração da economia. Isso equivaleria, no mínimo, a um retrocesso que fortaleceria de novo a ascensão dos interesses particularistas.
O Estado getuliano deglutiria, no entanto, a idéia corporativista, libertando-a do vezo romântico presente na proposta de uma economia administrada organicamente pela Nação, e inserindo-a no contexto do Poder central forte e modernizador.
Com a Constituição de 1937 se materializa o sonhado modelo Republicano Brasileiro que desde 1891, com a fundação da República, deveria ter sido instituído no Brasil, inspirada na Carta de 14 de julho de 1891 do Rio Grande do Sul, sob a qual Getúlio inclusive governou quando Presidente(atual cargo de governador) do Rio Grande do Sul. Mal nasceu, a briosa Carta de 37 não terá 7 anos de vida quando sobrevém o golpe com a deposição de Getúlio em 45.
Com o golpe que depois Getúlio, pondo fim ao Estado Novo, Getúlio tratou de organizar o PTB - Partido Trabalhista Brasileiro, afim de preencher a lacuna de representação dos trabalhadores no novo cenário político que se formava. É com a adesão de Getúlio ao PTB, que o trabalhismo incorpora o ideário nacionalista de Vargas. O PTB não será apenas um meio para pleitear reivindicações trabalhistas, ele será o próprio bastião de defesa do projeto político de Vargas para o Brasil é oque podemos chamar apartir de então de Nacional-trabalhismo Brasileiro.
Características do Estado Castilhista
1. Concentração de Poderes no Executivo, acabando com a chantagem do Parlamento(Congresso/assembléias), históricamente reduto da oligarquia.;
2. Mecanismos de Participação Direta como Plebiscitos e Referendos populares de forma obrigatória, estabelecendo um elo direto entre Executivo e povo(escamoteando mais ainda o poder do parlamento para desespero dos oligárcas);
3. Estado Intervencionista (como já citado), mas não só na área econômica mas também como educador, zelando pela moralização pública(não condundir com moral religiosa mas com a "RES(Coisa) PÚBLICA", coisa pública, a probidade com a coisa pública, bem como a ética dos seus cidadãos, a promoção da cidadania. Na seara econômica melhor aclarando trata-se do Estado Empresário não só regulando e intervindo ocasionalmente na econômia, mas sobretudo atuando diretamente no domínio econômico através de Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista geridas pelo Estado, traduzindo-se ainda na Planificação da Economia (Getúlio reiteradas vezes batia nesse ponto como fator primordial). Soma-se a isso a promoção dos Direitos Trabalhistas, intermediadas por um órgão estatal(Justiça trabalhista) na mentalidade Liberal e mesmo social-democrata as relações sociais devem se operar segundo composições de forças por meio de seus representantes, o Trabalhismo se opõe a isso segundo o qual as relações sociais devem ser intermediadas pelo Estado.
Fonte: Ressurreição Nacionalista
Opinião do Ravengar: Este me parece ser um movimento Nacionalista autêntico, sem aquelas viadagens de caras andando de preto e vestindo coturnos, com caveiras e outros símbolos de morte, pregando ódio a quem pensa diferente deles (Ou tem a aparência diferente da deles). Não, este Nacionalismo despertou meu interesse, inclusive por possuir muitos paralelos com o Nacional-Socialismo alemão e o Shinto japonês. E é o primeiro movimento Nacionalista brasileiro moderno sem viés anti-Comunismo, pró-Israel e outras babaquices plantadas por Washington.
Vou ficar de olho no movimento e suas postagens serão seguidas aqui. Esse movimento Nacionalista parece realmente defender os reais interesses do Brasil.
Ou você prefere confiar nos camaradas abaixo?...
sábado, 17 de novembro de 2012
Bandido bom, é mesmo bandido morto?
Pesquisa nos EUA aponta para vários erros e prisões - E EXECUÇÕES! - de inocentes acusados de crimes que não cometeram. E isso, nos próprios EUA, onde 33 dos 50 estados aplicam a pena capital.
Enquanto isso, aqui na nossa Terra Brasilis, rompantes dos defensores das armas são publicados em redes sociais, parafraseando a já batida (e inútil) frase: "Bandido bom é bandido morto!"
Eu acho estranho as pessoas falarem isso, como se todo bandido tivesse um rótulo no braço ou um distintivo no peito escrito: "Bandido". Como se fosse fácil identificar os bandidos, como se fosse fácil tanto pras Polícias quanto pra nós, meros mortais que só queremos levar nossas vidinhas, saber quem é bandido ou quem não é.
Esquecem que, entre o crime e a punição, há todo um emaranhado de preconceitos sociais, subornos, propinas e bodes expiatórios, cuja única função é tirar o cu de muitos bandidos da reta, de preferência, colocando alguém em seu lugar pra pagar a pena.
Nos EUA, que são um país racista por natureza, são poucos os brancos encarcerados e menos ainda os condenados à morte. Já negros, mestiços e hispânicos lotam os presídios e são a maioria da população que espera a "justiça final" do Estado. E, quando percebem o erro ou a maracutaia, o inocente já foi enterrado faz tempo.
E muitos aqui defendem a pena de morte no Brasil, como se a justiça brasileira fosse infalível e incapaz de erros, involuntários ou não. Oras, todos sabem o caos que é o Judiciário. Basta um rolo de notas de cem reais para estar livre da cadeia, com direito a jogar beijinho pra câmera. A "Justiça" Brasileira privilegia quem pode pagar mais. Enquanto salafrários que desviam milhões de reais que seriam destinados à Saúde, Educação, Infra-estrutura, para seus próprios cofres, quando pegos, não passam mais de 24 horas na cadeia, tem gente presa há anos por roubar um mísero pote de manteiga.
Outra insensatez é o ócio dos encarcerados. Todo mundo se lembra daquele conselho da vovó: "Cabeça vazia, oficina do Diabo". Tanta mão-de-obra disponível para completar as obras de infra-estrutura... Rodovias, ferrovias, asfalto, água e esgoto, construção de prédios, lenha pra rachar, campo pra arar, roça pra carpir... Porra meu! Por que não bota esse povo pra trabalhar por metade do salário, recebendo a quantia completa depois de liberto? Esse sistema, sim, permite a regeneração do preso, e também permite a indenização caso seja descoberto um engano ou um engodo que tenha posto um inocente na prisão.
Ou seja, na minha humilde opinião, bandido bom é bandido trabalhando no sol quente, fazendo aquilo que muito brasileiro não tem coragem nem disposição pra fazer, e ajudando o Brasil a desobstruir seus gargalos de infra-estrutura. Hitler punha seus presos pra trabalhar, e a Alemanha prosperou até começar a Segunda Guerra Mundial.
Afinal, pra que dar comidinha e pensãozinha pros presos de graça se eles podem trabalhar pra isso?
Enquanto isso, aqui na nossa Terra Brasilis, rompantes dos defensores das armas são publicados em redes sociais, parafraseando a já batida (e inútil) frase: "Bandido bom é bandido morto!"
Eu acho estranho as pessoas falarem isso, como se todo bandido tivesse um rótulo no braço ou um distintivo no peito escrito: "Bandido". Como se fosse fácil identificar os bandidos, como se fosse fácil tanto pras Polícias quanto pra nós, meros mortais que só queremos levar nossas vidinhas, saber quem é bandido ou quem não é.
Esquecem que, entre o crime e a punição, há todo um emaranhado de preconceitos sociais, subornos, propinas e bodes expiatórios, cuja única função é tirar o cu de muitos bandidos da reta, de preferência, colocando alguém em seu lugar pra pagar a pena.
Nos EUA, que são um país racista por natureza, são poucos os brancos encarcerados e menos ainda os condenados à morte. Já negros, mestiços e hispânicos lotam os presídios e são a maioria da população que espera a "justiça final" do Estado. E, quando percebem o erro ou a maracutaia, o inocente já foi enterrado faz tempo.
E muitos aqui defendem a pena de morte no Brasil, como se a justiça brasileira fosse infalível e incapaz de erros, involuntários ou não. Oras, todos sabem o caos que é o Judiciário. Basta um rolo de notas de cem reais para estar livre da cadeia, com direito a jogar beijinho pra câmera. A "Justiça" Brasileira privilegia quem pode pagar mais. Enquanto salafrários que desviam milhões de reais que seriam destinados à Saúde, Educação, Infra-estrutura, para seus próprios cofres, quando pegos, não passam mais de 24 horas na cadeia, tem gente presa há anos por roubar um mísero pote de manteiga.
Outra insensatez é o ócio dos encarcerados. Todo mundo se lembra daquele conselho da vovó: "Cabeça vazia, oficina do Diabo". Tanta mão-de-obra disponível para completar as obras de infra-estrutura... Rodovias, ferrovias, asfalto, água e esgoto, construção de prédios, lenha pra rachar, campo pra arar, roça pra carpir... Porra meu! Por que não bota esse povo pra trabalhar por metade do salário, recebendo a quantia completa depois de liberto? Esse sistema, sim, permite a regeneração do preso, e também permite a indenização caso seja descoberto um engano ou um engodo que tenha posto um inocente na prisão.
Ou seja, na minha humilde opinião, bandido bom é bandido trabalhando no sol quente, fazendo aquilo que muito brasileiro não tem coragem nem disposição pra fazer, e ajudando o Brasil a desobstruir seus gargalos de infra-estrutura. Hitler punha seus presos pra trabalhar, e a Alemanha prosperou até começar a Segunda Guerra Mundial.
Afinal, pra que dar comidinha e pensãozinha pros presos de graça se eles podem trabalhar pra isso?
Assinar:
Postagens (Atom)
